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quarta-feira, 23 de janeiro de 2008

Múmia de Ramsés I


O faraó Ramsés I (foto) repousa na terra que governou há mais de 3,5 mil anos, após o regresso, ao Egito, de onde foi retirada há mais de 140 anos por uma família de contrabandistas. A múmia fica no Museu do Egito no Cairo, apesar de não haver certeza absoluta de que se trata realmente do faraó Ramsés I, fundador da 19ª dinastia, que marcou a idade de ouro do Novo Império egípcio.
"Embora não tenhamos certeza absoluta de que a múmia é de Ramsés I, os relatórios e os estudos arqueológicos indicam que é uma múmia real", explicou o arqueólogo egípcio e diretor do Conselho Superior de Antiguidades egípcias, Zahi Hawas.
O resgate da suposta múmia de Ramsés I, retirada ilegalmente do Egito na segunda metade do século XIX. "A odisséia de Ramsés I começou em 1870 quando a família de Abdel Rasul espoliou seu túmulo no Vale dos Reis de Luxor (a aproximadamente 725 quilômetros do Cairo)", "Em 1871, ela foi vendida ao antiquário inglês Mustafa Agha, que a revendeu ao museu de Arte das Cataratas do Niágara (Canadá), que não sabia que pertencia a um rei".
Este museu declarou sua falência em 1999 e vendeu toda sua coleção - incluindo a múmia - a um comerciante canadense, que, ao não se sentir atraído pelas antiguidades faraônicas, as ofereceu ao Museu Michael C. Carlos por dois milhões de dólares. Um dos diretores do museu pagou um milhão pelas peças, enquanto o restante foi arrecadado junto à população de Atlanta.
Com base nesta história e em diversos estudos feitos pelo museu Michael C. Carlos chegou à conclusão que a múmia deve ser mesmo de Ramsés I. Segundo os arqueólogos egípcios, existem vários indícios que provam esta teoria: Agha foi o comprador de todos os tesouros roubados pelos contrabandistas do túmulo de Ramsés I. Além disso, os traços do rosto se parecem muito aos de Seti I, seu filho e sucessor, cujo túmulo foi o único real encontrado intacto.
A forma de mumificação e a postura das mãos, cruzadas sobre o peito, indicam que se trata de um rei do Novo Império (1539-1075 antes de Cristo). Por fim, "quando em 1881 abriu-se o túmulo de Ramsés I, em Deir Bahary (na margem ocidental do rio Nilo), encontraram-no vazio".
Ramsés I, considerado o segundo melhor comandante da época faraônica, depois do guerreiro-faraó Horemheb, foi o fundador da XIX dinastia, que governou o Alto e o Baixo Egito entre 1304 e 1192 antes de Cristo. Através do Exercito faraônico, chegou a ser comandante supremo e, depois, primeiro-ministro durante o reinado de Horemheb, seu antecessor e último monarca da dinastia XVIII.
Depois de mais de 140 anos de périplo norte-americano e um complicado resgate, ele descansa na capital que conheceu seu esplendor, na sala do "Exército egípcio durante a época dourada dos faraós", em Luxor.

3 comentários:

Kenia disse...

ele deve que era bem alto porque ele tem braços longos.

imagine o que seria conhecer este lider? tipo voltar ao passado e ver ele ou falar com ele, deve ser incrivel! eu daria tudo no mundo para que isso acontecesse

greg disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
greg disse...

Ramsés I foi um Faraó que muito ajudou seu povo. Conheceu os mistérios de Ísis e Osiris mas preferiu a ciência. Quando seu nome foi indicado para Faraó a princípio recusou.