
Durante a noite, enquanto dormimos, nossos músculos ficam paralizados para que o corpo não reproduza os mesmos movimentos do sonho. Acontece que, segundo esta hipótese, algumas vezes, o sistema falha e quando acordamos, ainda estamos paralisados. Isto dá a sensação de arrastamento, flutuamento, e de que há outras pessoas no quarto.
O fato é que a maioria dos relatos de abdução acontece quando a pessoa está acordada, dirigindo ou fazendo outras coisas. Esta explicação não responde a questão de abduções. Estes mesmos cientistas que vieram com esta explicação, não conseguem explicar os ferimentos cicatrizados e marcas que costumam aparecer no corpo das pessoas abduzidas. Num momento elas estão vivendo suas vidas normalmente, no outro tudo o que lhes resta são "flashes", pequenas lembranças do que ocorreu e por vezes alguns cortes cicatrizados.
Devemos lembrar que os relatos de abduções estão presentes em toda a nossa história. Na África, assim como na América do Norte e na Europa, já foram achadas pinturas rupestres, datadas de milhares de anos, mostrando estranhos seres, ou objetos voadores, abduzindo pessoas.
Um aparte em relação à teoria da paralisia do sono: nem sempre a sensação de não estarmos "encaixados", ou de "descolamento" do corpo, se deve à paralisia do sono. De fato, e de uma forma bastante reduzida, enquanto dormimos, nosso corpo astral deixa o corpo físico para vivenciar outras realidades. Quando acordamos repentinamente, ou quando acordamos muito cansados, o retorno, ou "encaixe" de nosso corpo astral não se dá devidamente, causando esta estranheza e desconforto, ou sensação de descolamento. Retornamos, mas parece que não retornamos. Para resolver isto, e para que o "encaixe" seja devidamente realizado, o ideal é relaxarmos e voltarmos a dormir por alguns minutos. O nosso corpo trata de corrigir qualquer eventualidade. Mas isso é assunto para uma outra conversa....
A questão é: Paralisia do Sono ou Abduções? É muito difícil afirmar qualquer uma das coisas. Depende muito de caso a caso, e de pessoa para pessoa. Para um "diagnóstico" preciso, a pessoa deve se submeter a um especialista "neutro", com conhecimentos próprios, e sem convicções fortes. De fato, algumas pessoas acreditam no que é mais conveniente, outras...