Ano VII - 2007/2013 - BLOG FENÔMENOS SOBRENATURAIS - Developed by IVSON DE MORAES ALEXANDRE - VOLTA REDONDA - ESTADO DO RIO DE JANEIRO - BRASIL.
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sexta-feira, 23 de maio de 2008

A onda mais longa do planeta, a Pororoca


Duas vezes ao ano, entre fevereiro e março, as águas do Oceano Atlântico invadem o rio Amazonas gerando a onda mais longa do mundo. O fenômeno conhecido como Pororoca é causado pelas marés oceânicas que encontram a desembocadura do rio. Essa maré gera ondas de até 3,5m de altura que duram por mais de 30 minutos.Surfe machuca menos que futebol ou basqueteO nome “Pororoca” tem origem na língua Tupi que significa “grande barulho destrutivo”. A onda pode ser ouvida por 30 minutos antes de sua chegada e é tão poderosa que carrega tudo: árvores, moradias locais e todo o tipo de animais.A onda tem sido popular com os surfistas. Desde 1999 há um campeonato anual em São Domingos do Capim. Porém, surfar na Pororoca é extremamente perigoso, pois a água contém uma grande quantidade de destroços arrancados das margens do rio (comumente árvores inteiras). No livro Guiness dos Recordes consta o recorde para um paranaense: RECORDE DE DISTÂNCIA DE SURFE EM POROROCA - O recorde de maior distância percorrida surfando numa onda de pororoca é de 10,1km e foi estabelecido por Sérgio Laus (Brasil), surfando na pororoca do rio Araguari, Amapá, Brasil, continuamente por 33min 15s, em 24 de junho de 2005. É o sonho de todo surfista: pegar uma onda que quase nunca acaba.

O Arco Íris de Fogo


Não é um arco-íris de verdade, mas é um efeito semelhante, chamado de “arco circunhorizontal”, causado pela difração dos raios de sol nos cristais de gelo que formam uma nuvem tipo cirrus, o que ocorre sob condições especiais de posição entre o sol e das nuvens.O fenômeno ocorre quando o sol está no alto do céu (mais alto do que 58º sobre o horizonte), e a luz passa através de uma nuvem diáfana tipo cirrus de grande altitude feita com cristais hexagonais. A Luz entra pela face vertical e é refratada, como em um prisma, e separada no conjunto das cores visíveis. Quando a face dos cristais está perfeitamente alinhada em paralelo com o solo o resultado é um espectro brilhante de cores que se parecem com um arco-íris

segunda-feira, 12 de maio de 2008

A tempestade sem fim da Venezuela

O misterioso "Relámpago del Catatumbo" é um fenômeno natural único no mundo. Localizado onde o rio Caratumbo desemboca no lago Maracaibo (Venezuela), o fenômeno consiste em relâmpagos de nuvem entre nuvem que forma arcos voltaicos com mais de cinco quilômetros de altura durante 150 dias do ano, 10 horas por noite, 280 vezes por hora. Essa tempestade quase permanente ocorre sobre os banhados entre o rio e o lago e é considerada o maior gerador de ozônio do planeta, julgando pela intensidade e grande freqüência das descargas. A área sofre aproximadamente 1.176.000 descargas elétricas por ano, com uma intensidade de até 400 mil amperes, visíveis a 400 km de distância. Esta é a razão pela qual a tempestade é conhecida como o “Farol Maracaibo”, pois sua luz é usada há eras por embarcações.A colisão com os ventos provenientes dos Andes causa as tempestades e os relâmpagos, que são o resultado de descargas elétricas através de gases ionizados (metano), criado pela decomposição de matéria orgânica nos banhados. Como o metano é mais leve do que o ar ele sobe até as nuvens, alimentando as tempestades. Alguns ambientalistas locais esperam colocar a área sobre proteção da UNESCO, por ser um fenômeno excepcional e grande fonte regeneradora do ozônio

Cabras escaladoras de árvores do Marrocos


Os caprinos escaladores de árvores são encontrados, em sua maioria, no Marrocos. As cabras as escalam por causa da fruta da árvore argânia (Argania spinosa), similar a uma oliveira. Os agricultores seguem os rebanhos de cabras à medida que passam de árvore em árvore, não porque acham engraçado ficar apontando e olhando cabras encima das árvores, mas porque dentro da fruta há uma noz que as cabras não conseguem digerir e por isso são cuspidas ou excretadas. As nozes são utilizadas para fazer óleo de argânia usado em cosméticos e na culinária. Esta noz tem sido coletada pelo povo local há centenas de anos, mas como muitas coisas úteis da natureza estes dias, as árvores estão desaparecendo gradativamente.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

A ÁGUA - Enfoque antropológico

Louvado sejas, meu Senhor, pela irmã água, a qual é muito útil e humilde e preciosa e casta! (São Francisco de Assis)

Quimicamente, a água é um elemento relativamente simples. Uma hidromolécula, a menor unidade do elemento chamado água, compõe-se de duas partículas de hidrogênio e uma de oxigênio. São essas moléculas que, juntas, formam as gotículas, que, por sua vez, formam as pequenas e grandes massas de água: a caneca de água que mata a nossa sede, a água que nos lava o corpo, as chuvas que se precipitam sobre a terra, os rios que serpenteiam pelos vales, os mares que enchem os abismos.
Na exata medida em que se alargam os nossos conhecimentos, firma-se também a consciência de que a água não é apenas um sustento, mas um dos sustentáculos da vida, na forma como nós a conhecemos.
As águas, ensinam-nos hoje as ciências, foram o berço da vida, nas suas manifestações mais primitivas. Estudos bastante intrincados comprovam-nos ainda que a água, em estado líquido, é um elemento não muito comum no universo. Em temperaturas muito baixas, os elementos, sabidamente, se solidificam. Acima de um certo ponto de densidade atmosférica e calor, eles evaporam. Em todo o nosso sistema solar, somente a terra parece oferecer as condições naturais necessárias para que a água exista como líquido.
Complexa é a coisa, pois se, por um lado, a água só se forma numa faixa térmica relativamente estreita, doutra parte, uma vez existente, é exatamente a água que passa a funcionar como uma espécie de regulador térmico do lugar onde ela se encontra. O calor absorvido e armazenado por ela durante o dia é expelido durante a noite, impedindo variações climáticas extremas. E até onde, hoje, alcançam o nosso olhar e os instrumentos de nossa astro-tecnologia, o universo tem se revelado como bastante seco, isto é, constituído, predominantemente, de material gasoso ou sólido.
A água é mesmo um fenômeno raro e algo coincidente com a própria vida, isto é, onde ela ocorre, aí também se dá a vida em profusão.E embora sejam possíveis outras formas de vida sem esse elemento, a vida, na sua diversidade e complexidade, assim como ela se constituiu no planeta terra, está intimamente ligada à existência dessa matéria em estado líquido.
Os seres vivos não precisam apenas de água. Eles são, num percentual bastante elevado, compostos de água. Setenta por cento do corpo humano, por exemplo, é constituído de água, seja fluindo na corrente sangüínea e nos outros líquidos do organismo, seja no interior de cada uma e de todas as células de nosso corpo.
Três quartos da superfície da terra estão cobertos por água. Isto não é demais. Uma quantidade menor ou uma alteração brusca na quantidade e na dinâmica cíclica das águas e muitas formas de vida desapareceriam.
Mesmo antes desses estudos acurados, a importância da água para a vida nunca escapou à percepção humana. Aliás, para saber que a água é essencial e preciosa não é necessário fazer nenhum curso de bioquímica. Basta ter sede.Entretanto, a água não é apenas aquela substância translúcida, que cai dos céus nos dias tórridos de verão, refrescando-nos, e que corre, mansa e benfazeja, pelos sulcos da terra, encantando os olhos e fecundando a vida. Ela é também avassaladora, como todas as outras forças da natureza. Sua energia descomunal pode produzir desastres assombrosos. Em grandes ajuntamentos, como nos mares, as águas são aterradoras: sua vastidão imensurável, seu volume espantoso, sua profundidade inacessível, sua força indomável, tudo isto faz-nos sentir dramaticamente insignificantes e frágeis.
São múltiplas e muitas as experiências humanas face a este elemento. Muitos e múltiplos são, por isso, também os significados da água no universo arquetípico e simbólico.Assemelhados aos sentimentos que os humanos experimentam em relação à água são os sentimentos que temos acerca de Deus.
Há, para onde quer que se volte o nosso olhar, algo que pervade todas as coisas, colocando-as no mundo e retirando-as daí, fecundando-as e recolhendo-as no seu abismo. Como as águas que jorram das camadas secretas da terra ou caem da vastidão do infinito, assim também o seu dar-se a nós: suas origens nos são ocultas. Quanto mais lhe prestamos atenção, mais fascina-nos o seu mistério e mais tremendo se nos parece o seu poder. Como as águas, que podem ser suaves e terríveis, humildes e portentosas, cristalinas e obscuras, preciosas e estarrecedoras, assim também a força misteriosa deste Inominável: fascinante e tremendo. É por isso que, desde sempre, os homens viram, nas águas, um símbolo de Deus.
As Escrituras Sagradas conservaram, nas suas páginas, esta ambivalência experiencial em dois complexos simbólicos. O dilúvio (Gn 6, 9-8,22) e o batismo (Mt 3, 13-17). No primeiro, a água inunda, destrói e se configura como uma força, frente à qual as criaturas pouco valem. No segundo, ela lava, purifica, redime, é visibilidade da graça e da bondade que, prodigamente, nos sustentam. Em ambos os casos, podemos, de fato, entrever as feições do Mistério que chamamos Deus: sua magnitude faz-nos baixar os olhos em humilde admiração e sua bondade faz-nos erguer a face em ridente gratidão. Inescrutável, como os abismos do mar, é o seu profundo. Sentimo-nos como seus filhos e filhas. Ele nos é verdadeiramente próximo e íntimo. Esta proximidade, porém, não anula sua infinita distância e o seu segredo. À sua frente, nada somos por nossa própria força e o que somos, devemo-lo a Ele. Suave, como a água que escorre sobre o dorso dos corpos e da terra, é a sua presença. Vigorosa e impressionante, como as tempestades que vergam as árvores e revolvem os mares, é a força de seu poder.
Na Palestina, há um grande lago. Os antigos deram-lhe vários nomes: Mar da Galiléia, Mar de Tiberíades, Lago de Genesaré, Yam-Gennesar (o Mar Jardim), pelo viço de suas planícies litorâneas, ou simplesmente: o Mar. Por causa da quase constante beleza, serenidade e transparência de suas águas, os árabes chamam-no até hoje de Ajn Allah’, que significa: o Olhar de Deus. Aqui, nas praias do Mar Jardim, surgindo quase que do nada, na verdade: vindo da outra margem de todos os mares deste mundo, sim, do jardim de Deus, apareceu, um dia, Jesus de Nazaré. Ali, nas cercanias daquele lago, ele teria convocado os seus discípulos, falado aos homens, feito muitos milagres e encantado as multidões. Essa parece ter sido a mais dileta paisagem de toda sua terra natal. Talvez, por um motivo muito simples: existem coisas, muitas até, neste mundo que nos arrebatam para Deus. Uma rocha, uma árvore, o céu, as estrelas, o fogo, o ar, a água, um lago, uma pessoa.
Nada disso é sagrado, mas, junto a essas coisas, sentimo-nos, não raro, reportados à firmeza (rocha), à proteção (árvore), ao infinito (céu), à luz (estrelas), ao calor (fogo), à suavidade (ar), ao alívio e à força (água), ao sustentáculo (lago) de nossa própria vida e de todas as coisas: Deus. Assim também para Jesus de Nazaré.
O Mar da Galiléia era-lhe, com certeza, um sacramento daquele que Ele, carinhosamente, chamava de seu Pai. E talvez seja por isso que Ele tenha permanecido durante toda a sua vida à beira de um lago: para que nós, ouvindo-O e vendo o Yam-Gennesar (o Mar Jardim), compreendêssemos que a mais alta vocação deste mundo é ser um jardim e não um deserto e para que, avistando à nossa frente Jesus Cristo, o amor humanitário de Deus (Tt 2, 11), e o Ajn Allah’, nos sentíssemos, para sempre, sob o Olhar de Deus. E contemplando, quem sabe, na superfície de todas as águas, como num espelho, o céu, mais ainda nos esforçássemos para que esta nossa terra fosse, verdadeiramente e para todos, não mais um vale-apenas-de-lágrimas, mas um reflexo dos céus.

autor: Frei Prudente Nery, OFMCap

domingo, 20 de abril de 2008

Pirâmides Chinesas


As Pirâmides de Quin Ling Shan na região de Xian, República da China, - foto acima mostra um plano geral - foram descobertas por dois exploradores australianos em 1912. O complexo arquitetônico possui 100 pirâmides espalhadas por 2.000 quilômetros quadrados, com idade estimada em 5.000 anos.As estruturas das pirâmides foram feitas em argila, mas ficaram quase tão duras quanto pedra ao longo dos séculos. Muitas estão danificadas pela erosão ou agricultura e outras sustentam um templo no topo. A maior delas tem 300 metros de altura, chamada "Pirâmide Branca", é maior que a Pirâmide do Sol de Teotihuacan, no México, e tão larga quanto a grande Pirâmide de Giza. As demais variam de 35 a 90 metros de altura.As pirâmides foram fotografadas pela primeira vez durante a Segunda Guerra Mundial, por um piloto da United States Air Force, que fazia um vôo de abastecimento para as forças chinesas vindo de Assam, no norte da Índia, quando problemas no motor fizeram com que ele viajasse em baixa altitude. Em 1994, o pesquisador alemão Hartwig Hausdorf viajou pela região, gravou 18 minutos em vídeo e montou um relatório de suas pesquisas chamado "Die Weisse Pyramide", até hoje ainda não traduzido. Está com grande dificuldade para continuar seus estudos pois o governo chinês restringiu seu acesso à região. Há pouco tempo, em uma entrevista concedida a uma rádio americana, Hausdorf falou sobre as pirâmides chinesas e de um extraordinário acidente com um OVNI na mesma região: "a versão chinesa para o Caso Roswell". Ele descreve um grande número de túmulos que contêm esqueletos de estranhos humanóides, com cabeça grande e altura de 1,5 m. Além disso, junto deles, estavam centenas de discos de granito com estranhos hieróglifos. A tradução destes hieróglifos fala que há 2.000 anos houve uma colisão de um objeto "vindo do espaço" e cita a existência de seres humanóides, magros, amarelados e de cabeça grande que caíram do céu...

Manuscritos do Mar Morto










A maior descoberta arqueológica da Terra Santa.



Os Manuscritos do Mar Morto contêm textos mais velhos que o Antigo Testamento, 900 anos, mais especificamente. Ficaram esquecidos por 2000 anos e resistiram ao tempo, em jarros de barro, graças ao clima seco da região.
Os manuscritos foram achados acidentalmente por pastores beduínos, em 1948, nas cavernas próximas à Vila de Qumran, Jerusalém, Israel.


Mais uma vez, encontramos textos antigos falando de carros celestes, de filhos do céu, de rodas e da fumaça que as aparições voadoras espalham a seu redor : "Atrás dos seres vi um carro que tinha rodas de fogo e cada roda estava cheia de olhos em toda a volta e em cima das rodas havia um trono e este estava coberto por fogo, que fluía em sua volta."Uma observação astronômica tem o título: "Palavrasdaquele que é sensato, dirigidas a todos os filhos daaurora".Até hoje não sabemos quem teria escrito nesses rolos, nemquem eram os habitantes da Vila de Qumran, mas, para satisfazer os curiosos, os manuscritos estão expostos no Museu de Israel, em Jerusalém.

domingo, 30 de março de 2008

O MISTÉRIO DO SANTO SUDÁRIO


Uma das relíquias mais veneradas pelos cristãos é, sem dúvida, o Santo Sudário. Trata-se de um tecido de linho, medindo 4,36m de comprimento por 1,10m de largura, com o qual, segundo a tradição, José de Arimatéia teria envolvido o corpo de Jesus quando foi descido da cruz e colocado no sepulcro. A importância do Sudário para os cristãos está na imagem que aparece impressa sobre o pano, que revela o corpo de um homem de aproximadamente 1,81m de altura e cerca de 80 quilos, muito semelhante às descrições feitas a respeito de Jesus pelos evangelistas


“ Ele O desceu da cruz, envolveu-o num pano de linho e colocou-o num sepulcro...” (Lucas, 23,53)

O santo Sudário


O que se diz a respeito da origem e da autenticidade do Santo Sudário? À medida que a ciência foi avançando, foram feitos inúmeros estudos a esse respeito. A NASA, por exemplo, cedeu sofisticada aparelhagem para um rigoroso estudo científico, levado a efeito durante quatro anos.
Mas ainda hoje há muitas controvérsias entre os cientistas, e a autenticidade do Sudário é uma questão que continua desafiando os estudiosos. Como teria sido conservado durante dois mil anos? Sabe-se, com certeza, que foi conservado num cofre de prata em Chambery, e que se salvou de um incêndio ali ocorrido em 1532. Perfurado pelas gotas de prata do cofre derretido, foi remendado pelas religiosas clarissas. Sabe-se também que a partir de 14 de setembro de 1578, o Sudário se encontra em Turim.
Mas por onde andou o Sudário antes dessas datas? Segundo algumas hipóteses, o Sudário passou por Jerusalém, Edessa (hoje Urfa, na Turquia), Constantinopla, Sidon, Lirey, Chambery e, finalmente, Turim.
Com a invenção de chapas de material ortocromático, foi possível fotografar, com pouco tempo de exposição, o Santo Sudário. A primeira fotografia foi feita por Secondo Pia, em 1898. O aprimoramento da tecnologia possibilitou uma incrível surpresa: descobriu-se, inesperadamente, uma imagem, como um estranho “negativo fotográfico”, já existente há dezenove séculos! A emocionante descoberta revelou com precisão, a figura de um homem. Havia ali um maravilhoso positivo, fato que nunca ocorrera em toda a história da fotografia.
Antes disso, atribuía-se ao Sudário um valor bastante relativo de uma relíquia um pouco duvidosa, pois se pensava ser este a obra de algum pintor da Idade Média ou decalque em baixo relevo. Porém, na fotografia do Santo Sudário, foi possível que se observassem detalhes imperceptíveis na observação do lençol a olho nu.
Esse grande acontecimento, ocorrido no dia 28 de maio de 1898, foi o ponto de partida para o crescimento de um interesse interdisciplinar a respeito do Santo Sudário, que passou a ser objeto de estudo de historiadores, arqueólogos, egiptólogos, de cientistas especializados em tecidos antigos, de químicos, físicos, botânicos, anatomistas, patologistas, cirurgiões, médicos legistas, etc...
Em 1949, foi escrita uma das mais importantes obras a respeito do Sudário pelo cirurgião francês Dr. Pierre Barbet: “A paixão de Cristo segundo o Cirurgião”. Barbet foi a primeira pessoa a fazer experiências com cadáveres de indigentes para descobrir qual fora a causa da morte de Jesus.


A Paixão segundo o cirurgião


Lendo-se o livro de Barbet, que é inteiramente baseado em fatos científicos, tem-se a impressão de estar assistindo à Paixão do Senhor. De fato, jamais alguém explicou tão minuciosamente as dores e as causas da morte de Jesus na cruz . Segundo o autor, Jesus sofreu de terríveis cãibras e lutou arduamente contra a asfixia.
“Começou Jesus a sentir pavor e angústia” (Mc,14;33). “E entrando em agonia, orava com mais instância. E o seu suor tornou-se como coágulos de sangue caindo até o solo” (Lc, 22; 44). O termo médico para esse fenômeno chama-se “hematidrose”, que é a intensa vasodilatação dos capilares subcutâneos. Barbet diz: “distendidos ao extremo, rompem-se esses vasos em contato com milhões de glândulas sudoríparas. O sangue se mistura com o suor, e essa mescla poreja por toda a superfície do corpo. Mas, uma vez em contato com o ar, o sangue se coagula. Os coágulos, assim formados sobre a pele, caem por terra, levados pelo abundante suor”. A esse respeito, diz São Lucas: “E o seu suor tornou-se como coágulos de sangue, que caíam até o solo”.
Depois disso, Jesus sofreu mais de uma centena de chicotadas que, pela grave diminuição da resistência, poderiam ocasionar-lhe a morte. O Sudário mostra mais de 600 contusões e feridas espalhadas por todo o corpo de Jesus.
Sabe-se que os condenados à cruz, durante o caminho até o local da execução, iam sofrendo flagelos por todo o corpo, com exceção da região do coração, que era poupada para que não ocorresse uma “pericardite serosa traumática”, que seria mortal.
A coroa de espinhos, ao contrário do que geralmente se pensa, não tinha a forma de uma grinalda, mas de um capacete, que era colocado sobre a cabeça e enfiado a bastonadas. A cruz era constituída por duas traves: a horizontal (patibulum), pesando cerca de 50 quilos, que o condenado carregava até o local da execução; e a trave vertical (stipes), que era fixada apenas no local da execução. Com isso, imagina-se o sofrimento de Jesus, carregando um peso de 50 quilos, com as mãos presas, levando golpes e batendo no chão a cabeça, coberta por espinhos...
As mãos de Jesus foram presas à cruz com cravos de ferro medindo cerca de 17cm de comprimento por 1cm de largura. Quanto aos pés, pela imagem do Santo Sudário, constatou-se que o pé direito de Jesus foi colocado diretamente sobre a madeira e o esquerdo sobre o direito, ambos atravessados por um só cravo.
Barbet refere-se também às dores, tanto morais quanto físicas, de Jesus, que sofria ainda mais vendo o sofrimento de sua mãe aos pés da cruz. Os crucificados morriam asfixiados, depois de uma incessante e desesperada luta para respirar: o supliciado erguia os braços, firmando seu peso sobre as chagas dos pés.
Para poder falar e respirar, Jesus se apoiava nas chagas dos pés e dizia: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem” (Lucas, 23, 34). É importante realçarmos que Jesus dizia no pretérito imperfeito, ou seja, ação continuada., que nos faz supor que Ele tenha pronunciado essas palavras mais de uma vez, ao passo que disse as outras frases: “Hoje estarás comigo no paraíso”; “Tenho sede”; “Eis aí tua mãe”; “Eis aí teu filho”; “Tudo está consumado”.
O último capítulo do livro de Barbet ,e também o recente tratado de Manoel Solé, “La Sábana Santa de Turim”, tratam com igual competência a causa mortis de Jesus. São diversas as indagações sobre a verdadeira causa. Não se sabe se foi asfixia, ruptura do coração, colapso ortostático, ingestão de líquido ou o conjunto de várias causas. Diz Solé que Jesus controlou durante todo o tempo possível a sua paixão e morte, ou seja, o poder de depor a sua vida e o de retomá-la. Até que, a ponto de morrer asfixiado, teve forças de clamar em voz poderosa: “Nas tuas mãos deponho o meu espírito”.
Barbet termina seu livro com as seguintes palavras: “Ó Jesus, que não tivestes compaixão de vós mesmo, ó Jesus, que sois Deus - tende compaixão de mim, que sou pecador”


Outras descobertas


A partir da análise das marcas dos pés de Jesus no Sudário, descobriram-se impressões digitais que, com toda probabilidade, teriam pertencido à pessoa que transladou seu corpo. Essa pessoa poderia ter sido São João, José de Arimatéia ou Nicodemos.
O exame macroscópico do Sudário, feito pelo estudioso John Heller, mostrou vestígios de terra, provavelmente advinda das quedas de Jesus ao percorrer a via crucis. Foram também feitas fotomacrografias das marcas de sangue do coração do crucificado, chegando-se à conclusão de que se tratava de sangue do tipo AB, “semelhante ao tipo de sangue dos hebreus iemenitas atuais, que representam um núcleo étnico mantido imune de contaminações genéticas pelo seu isolamento. Isso reforçaria a suposição de que o Homem do Sudário era mesmo um hebreu” (Heller, John; -“Blood on The Shroud of Turin”, in Applied Optics, vol. 19, n.16, 15 de agosto de 1980, p.168).
Pe. Manoel Solé fez outra notável observação em sua obra “La Sábana Santa de Turin”, ao tratar do material do grande lençol. Ele retorna à narrativa de Plínio, o Velho (falecido no ano 79), em sua “História Naturalis”, na qual o autor revelou que naquela época os tecelões usavam o amido para dar rigidez aos fios da urdidura. Depois, tratavam o tecido com pau-sabão, planta que é rica em saponina, uma substância fungicida. Com isso,explica-se sua esplêndida conservação. Além disso, Solé descobriu que a imagem impressa no Sudário mostra o uso da barba, e de cabelos até os ombros presos atrás por um trançado, costume tipicamente judaico.
A hipótese de que o Santo Sudário seria uma pintura, foi derrubada por diversos fatores. Entre esses, a explicação de Ray Rogers, segundo a qual os materiais de uma pintura não resistiriam ao incêndio de Chambery, ocasião na qual o tecido se encontrava dentro de um cofre de prata medieval, que tem um ponto de efusão entre 900 a 960 graus centígrados.


Descobertas da NASA


Três cientistas da NASA, John Jackson, Eric Jumper e Bill Mottern, fizeram a análise da foto tridimensional das pálpebras de Jesus, chegando a uma descoberta fantástica. Encontraram algo sobre os olhos de Jesus: era uma moeda sobre cada olho. Efetivamente, para que os olhos do morto permanecessem fechados, os judeus costumavam colocar moedas ou rodelas de cerâmica sobre as pálpebras. O professor Filas, da Universidade de Loyola, de Chicago, identificou essas moedas com o lepto, cunhado por Pilatos em 31 ou 32 da era cristã, podendo-se, a partir disso, determinar a data aproximada da fabricação do Sudário.
Kurt Berna formulou a hipótese de que Jesus ainda estaria vivo no sepulcro, não tendo, pois, morrido na cruz. Essa teoria, porém, foi derrubada com o estudo da marca de sangue venoso em forma de um 3, e um enrugamento da testa em virtude de contrações do músculo frontal, mostrando a ausência de circulação sanguínea e comprovando a autenticidade dos Evangelhos.
Primeira conferência estadunidense de pesquisa sobre o Sudário de Turim (23.03.1977)
Em 23 de março 1977, foi inaugurada a Primeira Conferência Estadunidense de Pesquisa sobre o Sudário de Turim, que reuniu na cidade de Albuquerque, em New México, EUA, desde integrantes da Comissão de Energia Atômica dos Estados Unidos, até membros da NASA e professores universitários. A intenção era a troca de opiniões sobre o modo como a imagem de Jesus ter-se-ia fixado no Santo Sudário. Até então, nenhum objeto fora submetido a tantos exames e com técnicas tão diferenciadas e modernas como, por exemplo, “emissividade”, “fluorescência do raio x”, “ativação do nêutron”, etc. Fato bastante significativo foi o de a revista Science, a revista científica mais lida no mundo, ter publicado artigo sobre o Sudário.
A partir desses estudos, chegou-se à conclusão de que o processo de formação da imagem do Santo Sudário não dependia da pressão entre o corpo e o lençol. Um fato de difícil explicação é a questão da tridimensionalidade da figura do Sudário: até hoje, é o único caso de uma fotografia bidimensional que tenha se apresentado como tridimensional.
Outro ponto de questionamento, levantado no decorrer da Conferência, foi o de estabelecer de que maneira um corpo já morto, frio, na sepultura, pôde produzir algum tipo de radiação ou calor, capaz de criar a impressão perfeita de um corpo humano? Uma das explicações dadas, embora jamais relacionada ao Santo Sudário, foi o caso da bomba atômica em Hiroshima, cuja explosão foi capaz de deixar impressa, em alguns lugares, a marca permanente das sombras de prédios e outros objetos. A partir disso, formulou-se a semelhança entre a irradiação e o fenômeno do Sudário. O que formou a imagem, segundo Ian Wilson, foi algo que tinha um poder suficiente para projetá-la sobre o linho. “O que criou, pois, a imagem, deve ter sido alguma explosão de enorme intensidade”. Mas a conclusão a que se chegou após diversas experiências, foi que ainda não se conhece nenhuma energia natural radiante que seja capaz de produzir tais efeitos sobre um pano de linho. Além disso, diz Solé, citando Barbet: “É inexplicável como um cadáver, coberto por chagas e envolto por um lençol, pôde sair dele, deixando intacto sobre ele a impressão do seu corpo e os traços do seu sangue”.
A ciência foi capaz de explicar só até certo ponto o fenômeno dessa relíquia e documento que é o Santo Sudário. Segundo Pe. Sole, o Sudário é a prova material, por excelência, da Ressurreição de Jesus Cristo Nosso Senhor!


Ao visitar o Sudário, em Turim,o papa João Paulo II afirmou que o lençol não é matéria definitiva de fé, mas recomendou que se continue estudando-o, para que “se capte, com humildade, a profunda mensagem enviada”.

sábado, 8 de março de 2008

Submarinos




















Os submarinos são uma incrível amostra de tecnologia. Até pouco tempo, a força naval operava somente sobre a superfície das águas, mas com o advento do submarino, o fundo do mar também se tornou um campo de batalha. Essa invenção que permite não só lutar em uma batalha, mas também viver durante meses, ou até mesmo anos, abaixo da superfície é considerada um dos maiores progressos da história militar.
Neste artigo, você vai saber como os submarinos mergulham e emergem e como são mantidas as condições de vida em seu interior. Também vai aprender como eles obtêm sua energia, como encontram sua rota no oceano e como podem ser resgatados

Mergulhando e emergindo
Um submarino ou qualquer tipo de embarcação pode flutuar porque o peso da água deslocada é igual ao peso da embarcação. Esse deslocamento de água cria uma força que puxa para cima, chamada força de flutuação, e age em oposição à gravidade que puxa a embarcação para baixo. Ao contrário do navio, o submarino pode controlar a sua flutuação, podendo assim afundar e emergir conforme necessário.
Para controlar a flutuação, o submarino possui tanques de lastro e auxiliares, ou tanques de balanceamento, que podem, alternadamente, serem enchidos com água ou ar (veja animação abaixo). Quando o submarino está na superfície, os tanques de lastro estão cheios de ar e a densidade total do submarino é menor que a da água circundante. Quando o submarino mergulha, os tanques de lastro são preenchidos com água e o ar nestes tanques escapa até que a densidade total seja maior do que a da água. Assim, o submarino começa a afundar (flutuação negativa). Um suprimento de ar comprimido é mantido em tanques a bordo do submarino, para prover as condições de vida e para a utilização nos tanques de lastro. Adicionalmente, o submarino possui um conjunto móvel de curtas "asas" chamadas hidroplanos na popa (parte de trás), que ajudam a controlar o ângulo de mergulho. Os hidroplanos são posicionados de forma a permitir que a água se mova sob a popa, fazendo-a mover-se para cima. Dessa maneira, o submarino desloca-se para baixo.
Para nivelar-se a uma certa profundidade, o submarino mantém o equilíbrio entre água e ar nos tanques, para que a densidade total seja igual à da água circundante (flutuação neutra). Quando o submarino atinge sua profundidade de navegação, os hidroplanos são regulados de maneira que o submarino viaje num nível através da água. A água também é forçada entre os tanques de balanceamento da proa e da popa para manter o sub-nível. O submarino pode se mover na água usando o leme da cauda para virar a estibordo (direita) ou a bombordo (esquerda); e os hidroplanos para controlar o ângulo de proa à popa. Alguns submarinos são equipados com um motor de propulsão secundário retrátil, que pode girar sobre um eixo de 360 graus.
Quando o submarino vem à superfície, o ar comprimido flui dos tanques de ar para os tanques de lastro e a água é forçada a sair, até que sua densidade total seja menor que a da água a sua volta (flutuação positiva). Isso faz o submarino emergir. Os hidroplanos são posicionados de forma que a água se mova sobre a popa, forçando-a para baixo; assim o submarino é angulado para cima. Numa emergência, os tanques de lastro podem ser enchidos rapidamente com ar de alta pressão para fazer com que o submarino vá rapidamente para a superfície

Suporte à vida no interior do submarino
Há três problemas principais quanto às condições de vida no ambiente fechado de um submarino:
· manter a qualidade do ar
· manter o fornecimento de água potável
· manter a temperatura
Mantendo a qualidade do arO ar que respiramos é composto de quantidades significativas de quatro gases:
· nitrogênio (78%)
· oxigênio (21%)
· argônio (0,94%)
· dióxido de carbono (0,04%)
Quando respiramos, nossos corpos consomem o seu oxigênio e o convertem em dióxido de carbono. O ar exalado contém cerca de 4,5% de dióxido de carbono. Os nossos corpos não fazem nada com o nitrogênio ou argônio. Um submarino é um container lacrado, que contém pessoas e um fornecimento de ar limitado. Há três coisas que devem ocorrer para que o ar do submarino seja respirável:
· O oxigênio deve ser completado à medida que for sendo consumido. Se a percentagem do oxigênio ficar muito baixa, as pessoas começam a sufocar.
· O dióxido de carbono deve ser removido do ar. À medida que a sua concentração aumenta, ele se torna tóxico.
· A umidade que exalamos através da respiração deve ser removida.
O oxigênio é fornecido pelos tanques pressurizados, por um gerador de oxigênio (que pode formar oxigênio a partir da eletrólise da água) ou por algum tipo de "reservatório de oxigênio" que o libera através de uma reação química muito quente (você deve se lembrar desses "reservatórios" pelos problemas ocorridos na estação espacial MIR1). O oxigênio é liberado continuamente através de um sistema computadorizado, que percebe a sua porcentagem no ar ou libera o oxigênio em lotes periódicos durante o dia.
O dióxido de carbono pode ser removido do ar quimicamente, usando-se uma mistura de hidróxido de sódio e hidróxido de cálcio em dispositivos chamados depuradores de gás. O dióxido de carbono fica preso nessa mistura através de uma reação química e é removido do ar. Outras reações similares podem atingir o mesmo objetivo.
A umidade pode ser removida através de um desumidificador ou através de produtos químicos. Isso evita a condensação nas paredes e nos equipamentos dentro da embarcação.
Além disso, outros gases, tais como o monóxido de carbono ou o hidrogênio, que são gerados por equipamentos e pela fumaça de cigarros, podem ser removidos usando-se um queimador de gás. Finalmente, os filtros são usados para remover partículas, sujeira e poeira do ar.
Mantendo o fornecimento de água potávelMuitos submarinos possuem uma aparelhagem para destilar a água retirada do mar e torná-la potável. A unidade destiladora aquece a água do mar até esta chegar ao ponto de vapor, o que remove os sais, e, em seguida, resfria o vapor de água em um tanque coletor de água potável. A unidade destiladora, em alguns submarinos, pode produzir de 38 a 150 mil litros de água potável por dia. Essa água é usada, principalmente, para o resfriamento de equipamentos eletrônicos (tais como computadores e equipamentos de navegação) e para o uso da tripulação (para beber, cozinhar e para a higiene pessoal).
Mantendo a temperaturaA temperatura do oceano em volta do submarino é de 4 ºC. O metal da embarcação conduz o calor interno para a água circundante. Desta forma, os submarinos devem ser aquecidos eletricamente para manter uma temperatura confortável para a tripulação. A energia elétrica para os aquecedores vem do reator nuclear, de um motor a diesel ou de baterias (emergência).

Fornecimento de energia
Os submarinos nucleares usam reatores nucleares, turbinas a vapor e engrenagens de redução para acionar o eixo propulsor principal, que fornece o impulso para a movimentação na água (um motor elétrico aciona o mesmo eixo quando ancorando no cais ou em uma emergência).
Os submarinos também precisam de energia elétrica para poder utilizar os equipamentos a bordo. Para fornecer essa energia, eles são equipados com motores a diesel, que queimam combustível e/ou reatores nucleares, que usam fissão nuclear. Os submarinos também possuem baterias. Os equipamentos elétricos normalmente são ligados às baterias que, por sua vez, obtêm sua energia do motor a diesel ou do reator nuclear. Em casos de emergência, as baterias podem ser a única fonte de energia para o funcionamentos da embarcação.
Um submarino a diesel é um bom exemplo de um veículo híbrido. Muitos submarinos a diesel usam esse combustível em dois ou mais motores. Eles podem acionar propulsores ou geradores que recarregam um grande banco de baterias. Podem ainda trabalhar em conjunto, um motor acionando um propulsor e o outro acionando um gerador. O submarino deve estar na superfície (ou um pouco abaixo da superfície usando um snorkel) para fazer com que os motores a diesel funcionem. Uma vez que as baterias estejam completamente carregadas, o submarino pode ir para o fundo. As baterias fornecem energia aos motores elétricos que acionam os propulsores. O submarino a diesel só pode submergir usando baterias. Os limites da tecnologia das baterias limita drasticamente o espaço de tempo em que um submarino a diesel pode permanecer debaixo d'água.
Essas limitações das baterias levaram ao crescimento das pesquisas sobre a utilização da energia nuclear nos submarinos. Os geradores nucleares não necessitam de oxigênio, permitindo que um submarino, usando essa energia, possa permanecer durante semanas debaixo d'água. Como o combustível nuclear também dura muito mais do que o diesel (sua energia pode durar anos), um submarino nuclear não precisa ir até a superfície para reabastecimento, o que significa que pode permanecer no mar por muito mais tempo.
Os submarinos nucleares e porta-aviões são equipados com reatores nucleares quase idênticos aos reatores usados nas usinas comerciais. O reator produz calor para gerar vapor que compele a turbina. Esta, por sua vez, aciona diretamente os propulsores e os geradores elétricos. As duas maiores diferenças entre reatores comerciais e reatores em embarcações nucleares são:
· O reator em uma embarcação nuclear é menor.
· Como esse reator é menor, o combustível utilizado precisa ser altamente enriquecido para gerar uma grande quantidade de energia

Navegação
Como a luz não penetra no fundo do oceano, os submarinos navegam virtualmente cegos. No entanto, essas embarcações são equipadas com cartas náuticas e sofisticados equipamentos de navegação. Quando estão na superfície, os submarinos utilizam um sistema de posicionamento global (GPS) que determina precisamente sua latitude e longitude, mas, uma vez submersos, precisam empregar sistemas de orientação inerciais, (elétricos, mecânicos), que orientam a rota a partir de um ponto fixo inicial usando giroscópios. Os sistemas de orientação inercial são precisos para 150 horas de operação e devem ser realinhados com os outros sistemas de navegação dependentes da superfície (GPS, rádio, radar e satélite). Com esses sistemas a bordo, um submarino pode ser conduzido com precisão de cem pés ao longo de seu curso planejado.
Para localizar um alvo, um submarino usa um SONAR (sound navigation and ranging) ativo e passivo. O sonar ativo emite pulsos de ondas sonoras que viajam através da água, refletem no alvo e retornam para a embarcação. Sabendo qual é a velocidade do som na água e o tempo necessário para a onda sonora viajar até o alvo e voltar, os computadores podem rapidamente calcular a distância entre o submarino e o alvo. As baleias, os golfinhos e os morcegos usam a mesma técnica para localizar a presa (ecolocação). O sonar passivo consiste em ouvir os sons gerados pelo alvo. O sonar também pode ser usado para realinhar os sistemas de navegação inercial ao identificar as características conhecidas do fundo do oceano.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Um lugar misterioso




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...é o nome mais apropriado para este sítio em Santa Cruz, Califórnia, onde uma suposta falha no campo magnético terrestre virou atração turística...





...nenhum animal entra no local, objetos redondos rolam morro acima e a gravidade tem um ângulo de 23 graus!!!O proprietário da área, Donald Buchanan, descobriu os estranhos fenômenos em 1939. Em 1941 abriu o sítio ao público e passou a explorá-lo comercialmente. Nos anos 50 a 'força magnética' foi imortalizada em uma reportagem na Revista Life.A teoria mais recente para explicar as ocorrências é de um físico alemão: "o grande e denso depósito de metal no subsolo, provavelmente acumulado com a queda de um meteoro no passado, causa um fluxo eletromagnético que faz com que a 'gravidade se curve'...causando o fenômeno."Visite o site The Mystery Spot para saber tudo sobre 'o lugar misterioso', ver fotos e até printar cupons de desconto para, naquela sua próxima viagem de férias, conferir pessoalmente essas experiências!!!


The Mystery SpotLocal: pela rodovia Branciforte Drive, 3 milhas ao norte de Santa Cruz, Califórnia, EUA

Índios de olhos cinza



Sua origem ainda é um mistério para os estudiosos

" Os exploradores que, no começo do século XVIII, seguiam pelo interior, paralelamente ao curso do rio Lumbee, na Carolina do Norte, EUA, ficaram atônitos ao encontrarem uma tribo de índios de olhos cinzentos, cuja língua nativa era uma espécie de inglês. Os nativos afirmavam que os seus antepassados sabiam "falar num livro", expressão que os exploradores interpretaram como significando que sabiam ler.Os descendentes desse povo misterioso, conhecido como os Lumbees, vivem ainda no Robeson County, onde foram descobertos. A cor da sua tez oscila entre o escuro e o muito claro e muitos dentre eles têm ainda hoje cabelo louro e olhos azuis."

As inúmeras dimensões

A palavra "dimensão" vem do latim e significa "medir completamente". Da mesma forma que só um número basta para definir a posição de um ponto sobre uma reta, caracterizando um "espaço unidimensional", necessitamos de 4 números para caracterizar completamente os corpos em nosso universo, daí dizermos que vivemos em um espaço-tempo quadridimensional. Para isto basta visualizar uma bola em um jogo de tênis, a cada instante precisamos de 4 números para definir completamente a sua posição (ou trajetória). Existem teorias que dizem que podemos estar vivendo em um universo com dimensões ainda maiores. A teoria mais promissora para vencer o desafio de uma teoria gravitacional quântica é a Teoria das Supercordas, mas para que as equações dessa teoria sejam autoconsistentes devemos supor que vivemos em um universo de 10 dimensões.
Teoria das SupercordasA teoria das supercordas está baseada na premissa de que os constituintes elementares da matéria não são descritos corretamente quando nós o tratamos como objetos pontuais. De acordo com esta teoria, as partículas elementares são realmente minúsculos "laços de cordas" com raio dado aproximadamente pela constante de Planck. Assim, esta teoria trata todas as partículas como se fossem cordas. Quando detectamos a presença de uma partícula não é nada mais que vibrações dessas cordas. Os modernos aceleradores de partículas, que são instrumentos construídos para acelerar, de forma controlada, um conjunto de partículas carregadas, atribuindo as mesmas energias elevadas, da ordem de uma centena de GeV (Gigaeletronvolts), para utilizá-las em reações nucleares, só podem vasculhar até a distâncias muito longe da escala de Planck e conseqüentemente estas cordas parecem, nesta escala, objetos pontuais.Porém, a hipótese da Teorias das Cordas é que eles são minúsculos "laços", mudando drasticamente o modo no qual estes objetos interagem na menor escala de distância. Esta modificação é que permite a gravidade e a mecânica quântica formar uma união harmoniosa. Uma das conseqüências desta solução é que se pode mostrar que as equações da teoria das cordas só são auto-consistentes se o universo contém, além do tempo, nove dimensões de espaço.Assim, se esta teoria estiver correta, temos que admitir, como já admitem por longo tempo alguns segmentos da Ufologia, particularmente a Ufologia mística, que vivemos em um espaço de múltiplas dimensões. Para ser mais exato, segundo a teoria das supercordas, nós viveríamos em um espaço de dez dimensões. E onde estariam estas outras dimensões que ninguém vê? Estas seis dimensões espaciais extras devem se enrolar (espiralar) em um espaço geométrico minúsculo cujo tamanho deve ser comparável ao comprimento da corda. Assim, estas dimensões extras só se apresentariam se observássemos a matéria na "escala de Planck". E nessa escala a "observação" é praticamente impossível, visto que este "tamanho" é da ordem de 10-33 cm. Teoria de Kaluza-Klein A idéia de que nosso universo poderia ter mais que as três dimensões foi introduzida mais de meio século antes do advento de teoria das cordas por T. Kaluza e por O. Klein. A premissa básica da teoria de Kaluza-Klein é que uma dimensão ou pode ser grande e diretamente observável ou pequena e essencialmente invisível. Uma analogia com uma mangueira de jardim pode ser útil. De longe, olhando uma mangueira de jardim longa, parece um longo fio, ou seja, um objeto unidimensional. De um ponto mais próximo (ou de uma distância longa com ajuda de um aparelho de aproximação visual) dimensões adicionais aparecem, a dimensão circular da mangueira fica evidente. Assim, dependendo da escala de sensibilidade do observador, a mangueira ou aparecerá como um objeto de uma ou três dimensões. A teoria de Kaluza-Klein diz que a mesma coisa pode ser verdade no universo.Nenhum experimento governa ou visualiza a possível existência destas dimensões. Estas dimensões adicionais de espaço estão enroladas (como a dimensão circular da mangueira) em escalas menores que 10-12 cm, o limite de acessibilidade hoje. Embora originalmente introduzida no contexto das teorias de partícula pontuais, esta noção pode ser aplicada a cordas. Então, a teoria das cordas é fisicamente sensata se as seis dimensões extras requeridas estão enroladas em minúsculas formas espirais no espaço, da ordem da escala de comprimento de Planck

domingo, 17 de fevereiro de 2008

FENÔMENOS ONDULATÓRIOS























Fenômenos muito diferentes entre si, como o som, a luz, os sinais de rádio e os terremotos, têm em comum a característica de serem ondas. De fato, costumamos falar em ondas sonoras, ondas luminosas, ondas de rádio e ondas sísmicas. O conceito de onda é bastante abrangente, pois é utilizado em todos os campos da Física.Quando jogamos uma pedra na água, forma-se, no ponto em que ela cai, uma perturbação em forma de círculo que se alarga com o passar do tempo: sobre a superfície da água é criada uma onda que se propaga rumo ao exterior. No entanto, o movimento dessa perturbação, que vai alcançando pontos cada vez mais distantes, não constitui um transporte de matéria.Podemos comprovar esse fato observando como uma folha ou um pedaço de cortiça se movem nessa situação. Eles não são transportados pela onda ao exterior, mas apenas oscilam para cima e para baixo, permanecendo no mesmo ponto em que se encontravam antes de serem atingidos pela perturbação.Para constatar que as ondas não transportam matéria, podemos fazer oscilar a extremidade de uma corda presa na maçaneta de uma porta. Sobre a corda, cria-se uma perturbação que se distancia do ponto em que teve origem. Cada pequeno trecho da corda se move para cima e para baixo, sem porém abandonar definitivamente sua própria posição de equilíbrio.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

FENÔMENOS INTERESSANTES


O homem primitivo, vivendo em um mundo cheio de mistérios, imaginou seres invisíveis, poderosos, como os autores dos fenômenos da natureza. A esses seres imaginários chamou deuses. Não entendendo a si próprio, aventou a idéia de que ele próprio era constituído de duas partes, uma material e outra imaterial. Assim, o homem tornou-se religioso e permanece até hoje. Enumerei aqui dez dos principais fatores que levaram o homem a criar esse universo imaginário: O ECO, O TROVÃO, 0 RAIO, O VULCÃO, ENCHENTES DO NILO, A LOUCURA, MALDIÇÃO DAS MÚMIAS, O ARCO-ÍRIS, O SONHO, LEMBRANÇAS DA MORTE.


O ECO
Naqueles tempos misteriosos, alguém gritava em determinados lugares e ouvia o eco do próprio grito. Não sabendo que era uma reflexão da onda sonora que ele mesmo produzia, imaginava ser a voz de um dos deuses que existiam em seu pensamento.


O TROVÃO
Quando começava um temporal e as descargas elétricas da atmosfera produziam o trovão, para o homem primitivo eram os deuses que estavam furiosos com os homens. Até os monoteístas hebreus pensaram assim: “quão pequeno é o sussurro que dele, ouvimos! Mas o trovão do seu poder, quem o poderá entender?” (Jó, 26:14).


0 RAIO
Junto do trovão, o homem primevo via um raio partir uma árvore, alguma vez matar uma pessoa. Isso era para ele a ação divina contra o homem. E essa idéia prevaleceu até quase os nossos dias: “No século 18, a invenção do pára-raios, por Benjamin Franklin, foi condenada pela Igreja como invenção do diabo. Sendo o raio expressão da cólera do Senhor, só podia ser tentação do demo impedir que o castigo divino caísse sobre o mundo. Na França, a "excomunhão" foi levada a sério: em Saint-Omer, Vissery de Bois foi processado por heresia, por instalar um pára-raios em sua casa”. (AlmanaqueZAZ).


O VULCÃO
Os vulcões também eram manifestação da fúria dos deuses. Até na Idade Média, cria-se que os vulcões fossem fogo que os demônios lançavam do inferno, que acreditavam estar no centro da Terra.


ENCHENTES DO NILO
Os egípcios, não tendo conhecimento de que caíam grandes chuvas na cabeceira do Nilo, acreditavam que suas cheias se devessem às lágrimas de Ísis (a Lua), a deusa que chorava por Osíris (o Sol).


O SONHO
O fenômeno mental do sonho levou o homem pré-histórico a supor uma existência humana independente do próprio corpo. E, não obstante toda a evolução em conhecimento psíquico, após tantos milênios essa entidade imaginária ainda permanece viva na maioria dos cérebros, sendo chamada de alma ou espírito. Ao sentir-se em lugares distantes, realizando os mais diversos feitos enquanto permaneciam inertes durante o sono, esses humanos primevos, sem compreenderem o fenômeno onírico, acreditavam estarem realmente naqueles lugares. E como eram vistos dormindo em suas cavernas por seus familiares, a única explicação que encontraram foi a existência de um lado imaterial de cada pessoa. E esse pensamento ainda se encontra arraigado na mente humana até hoje.


A LOUCURA
Os distúrbios mentais sempre foram considerados atuação dos deuses malignos nos humanos. Para os monoteístas, eram possessão de demônios, anjos caídos. Na Bíblia, os evangelhos apresentam essa idéia. Os evangelista dizem que Jesus teria curado endemoninhados. Há registros de que na Idade Média, os loucos eram lançados em fogueiras para se libertarem dos demônios. E, até hoje, ainda há muitos que crêem assim.


MALDIÇÃO DAS MÚMIAS
No Egito era costume mumificar as pessoas importantes, e elas eram postas nos túmulos com objetos de valor. Algumas pessoas que tentavam furtar tais coisas morriam intoxicadas por um perigoso fungo que se forma no túmulo. Não tendo conhecimento da vida microscópica, os egípcios imaginavam ser maldição das múmias.


O ARCO-ÍRIS
Ninguém consegue se aproximar do arco-íris. Em um lugar montanhoso e mais próximo do por do sol, você pode ver o arco-íris chegando ao pé da montanha. Mas se você for àquele local, você verá o arco em outro lugar mais adiante. Isso era um mistério que só podia ser atribuído aos deuses. Para o escrito bíblico, ele é o sinal de um pacto divino: “E disse Deus: Este é o sinal do pacto que firmo entre mim e vós e todo ser vivente que está convosco, por gerações perpétuas: O meu arco tenho posto nas nuvens, e ele será por sinal de haver um pacto entre mim e a terra. E acontecerá que, quando eu trouxer nuvens sobre a terra, e aparecer o arco nas nuvens, então me lembrarei do meu pacto, que está entre mim e vós e todo ser vivente de toda a carne; e as águas não se tornarão mais em dilúvio para destruir toda a carne. O arco estará nas nuvens, e olharei para ele a fim de me lembrar do pacto perpétuo entre Deus e todo ser vivente de toda a carne que está sobre a terra. Disse Deus a Noé ainda: Esse é o sinal do pacto que tenho estabelecido entre mim e toda a carne que está sobre a terra.” (Gênesis, 9: 17).


LEMBRANÇAS DA MORTE
“A psicóloga Susan Blackmore explica que "em situações extremas, milhares de células do cérebro disparam uma seqüência aleatória de impulsos elétricos e luminosos. Como no córtex visual há uma concentração maior de células, daí pode vir o efeito de túnel que as pessoas descrevem. É uma luz muito, muito brilhante, que não fere os olhos; pois não é vista com os olhos; é um fenômeno interno. Os sentimentos de paz e alegria, ausência de dor, são, provavelmente, devido a endorfinas, semelhantes a morfina, que o cérebro produz. Todos os tipos de stress e as quedas de oxigênio e pressão podem provocar uma enchente de endorfinas; e elas produzem uma sensação maravilhosa". Charles McCreery, do Instituto de Pesquisas Psicofísicas em Oxford, conseguiu provocar, em laboratório, experiências fora do corpo. Com técnicas de relaxamento, ele obteve resultados impressionantes. Uma moça, perfeitamente saudável, contou ter viajado num túnel, com uma luz brilhante no fim; e um senhor disse ter flutuado a vinte mil metros de altitude, vendo Oxford lá de cima. "É mais comum do que se imagina", afirma o Dr. MacCreery, "uma em cada cinco pessoas já teve uma experiência fora do corpo". Ele chegou à conclusão de que há um tipo de personalidade predisposto ao fenômeno: Uma espécie de esquisofrenia branda.” (Globo Repórter, 13 de agosto de 1993).

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

A morte de João Paulo II e profecias

A morte de João Paulo II, o primeiro Papa não italiano e com o terceiro maior papado será lembrado por sua luta pelo fim do comunismo, seu posicionamento contra as guerras e injustiças contra a humanidade e seu jeito doce de se aproximar dos seus semelhantes. Mas será também lembrado como o Papa que ainda condenou métodos anticoncepcionais não naturais como a camisinha, o aborto e as pesquisas com células tronco. Recebemos diversos e-mails sobre a morte do Papa. A grande maioria nos escreve perguntando sobre o "Papa Negro", sobre Nostradamus e sobre o que viria pela frente depois de João Paulo II. Espero que consigamos responder algumas questões com este texto. Desde 2003 já era prevista proximidade da morte de João Paulo II. Não por profetas, mas sim por médicos e pessoas próximas ao santo pontífice. Mas mesmo antes da saúde do Papa começar dar sinais de fraqueza, muitos já falavam que ele morreria assassinado, como a interpretação de algumas centúrias das profecias de Nostradamus: Cent 8 - Quad 46 Paulo, o celibatário, morrerá a três léguas do RódanoOs dois mais próximos fogem do oprimido monstroQuando Marte ascender a seu terrível tronoO Galo e a Águia, França e os três irmãos Interpretação:O Papa João Paulo II será assassinado em uma viagem. O Anticristo começa a usar seu poder. Dois cardeais próximos ao Papa se encerram no Vaticano para se proteger. Só haverá mais dois Papas antes da destruição da Igreja. O próximo Papa não durará muito.
Cent 5 - Quad 15 Navegando, o grande Papa será capturadoFalham grandes preparações pelos clérigos tumultuadosO segundo eleito ausente, seu poder declinaSeu bastardo favorito levado à morte Interpretação:O Papa polonês (João Paulo II) viaja muito, contrariando a vontade dos cardeais. Será assassinado num local onde revoltas têm ocorrido. A Igreja será envolvida num tumulto e poderá haver cismas e rupturas, por causa da questão do controle da natalidade (João Paulo I era contra esse controle).
Acredita-se, conforme profecias de São Malaquias, que João Paulo II é o antepenúltimo Papa antes do juízo Final. Neste link (http://www.apocalipse2000.com.br/profecias26.htm) a profecia é explicada em detalhes, com a lista dos Papas anteriores e os seguintes. Essa profecia acaba tendo forte ligação com o que Nostradamus fala sobre os futuros Papas, que o próximo será assassinado e que o último estará ao lado do Anticristo: Cent 1 - Quad 4No mundo será coroado um monarcaQue terá pouca paz e vida curtaQuando se perderá o barco PapalSerá regido em maior prejuízo Interpretação:A vinda do penúltimo Papa. A derrocada da Igreja.
Cent 2 - Quad 76 Relâmpago na Borgonha revelará portentosos eventosAlgo que jamais poderia ser feito por trapaçaO padre aleijadoRevelará assunto do Senado para o inimigo Interpretação:O último Papa, francês e aleijado, a serviço do Anticristo. Bolonha é a origem eclesiástica do Papa. O relâmpago simboliza a traição à Igreja.
Mas, o que aconteceria depois da escolha do novo Papa? Alguns acreditam que o sucessor de João Paulo II será o "Papa negro" Francis Arinze, da Nigéria. Francis não é o Anticristo e nem deve ser eleito Papa. O termo "Papa Negro" nada tem a ver com a cor da pele do líder da igreja católica. É apenas o título de um livro satanista de Anton LaVey contanto sua história de como criou sua "Church of Satan". É inevitável a associação da figura de um grande líder com desgraças e juízo final. João Paulo II teve um dos maiores mandatos como Papa. Muitos até hoje conheceram apenas um Papa. Toda insegurança é normal perante mudanças. Pessoalmente, acredito que teremos realmente grandes mudanças, mas ainda acho que a igreja manterá seu papel conservador em vários temas e aspectos. A perda de João Paulo II comove o Brasil e o mundo. Um Papa que admiro por sua postura forte, mas que sempre tinha um sorriso quando se aproximava do povo. Um homem que manteve-se fiel a sua fé. Até o último momento de sua vida. Descanse em paz, Karol Wojtyla. Que Deus o receba e o abençoe por tudo de bom que acrescentou, fez e ajudou a todas as pessoas.
por Reinaldo Ferraz

Psicofonia - Vozes do além

Psicofonias são supostos sons, como vozes, que não são perceptíveis ao ouvido humano, mas que podem ser registrados por algum tipo de gravador de som. Acredita-se que seja um fenômeno parapsicológico de transcomunicação instrumental e que se trata de um sistema de comunicação com seres e entidades que não percebemos. Entre 1923 e 1925 o italiano Ferdinando Cazzamalli já havia feito experiências em uma emissora de rádio isolada dentro de uma jaula, junto com pessoas com problemas mentais. Essa experiência o levou a pensar que os portadores de deficiências mentais poderiam ter poderes telepáticos. É possível encontrar documentos sobre inexplicáveis interferências de rádio durante a Segunda Guerra Mundial na Alemanha. Em 1950 um engenheiro de Chicago chamado John Otto conseguiu captar vozes de origem desconhecida, que falavam difersos idiomas diferentes. Quase na mesma época, o ufólogo norte americano John Keel comentava a aparição de palavras e frases adicionadas em suas fitas magnéticas. Uma investigação rigorosa de um caso de psicofonia foi feita em 17 de Setembro de 1952, no laboratório de Física da Universidade do Sagrado Coração, em Milão, na Itália. Grandes estudiosos tinham muito interesse por essa área, como Edison (1874-1931) e Marconi (1874-1937). O caso mais famoso de psicofonia, considerado o primeiro caso bem sucedido, foi o de Friedich Jürgenson, nascido em 8 de fevereiro de 1903. Nas férias de 1959, Friedich e sua esposa queriam gravar o canto de pássaros para realizar um documentário. Deixou um pequeno gravador em um bosque próximo de sua casa e ficou em silêncio para captar apenas os sons dos pássaros. Ao ouvir a fita em casa, ele percebeu que ao invés de sons dos pássaros, ouvia-se uma voz tentando imitar os sons dos animais. Em seguida, ele identificou que a mesma vóz fazia comentários sobre o canto das aves em norueguês. Acreditando que alguém pudesse ter introduzido o som em um momento de descuido, no dia seguinte, Jürgenson voltou ao bosque para repetir a operação, tendo o cuidado de verificar se havia alguém nas imediações e novamente, ao reproduzir a gravação, junto do cantos dos pássaros, uma nova vóz apareceu nitidamente na fita, mas nessa ocasião, Friedich acreditou ter escutado a vóz de sua falecida mãe, dizendo algo que só ele conhecia: a forma carinhosa como ela o chamava quando era garoto. Segundo Jürgenson, era possível escutar claramente algo como "Fridel... meu pequeno Fridel... Pode me ouvir?" Outra pessoa importante que descreve suas experiências psicofônicas foi Konstantin Raudive, que chegou a conhecer e trabahar com Jürgenson. Raudive realizou mais de dez mil gravações. Ele estava convencido de que o espaço entre frequências que separa as emissoras de rádio era o local mais fácil para se escutar as vozes. Entre eles, Raudive assegura que identificou vozes de personagens como Carl Jung, Adolf Hitler e Wolfgang von Goethe. Algumas teorias tentam explicar o suposto fenômeno, desde interferências radioelétricas e ventriloquismo até contato com extraterrestres e vozes de mortos. Alguns acreditam que possa ser a ação da mente da pessoa que tenta fazer a gravação ou até mesmo uma fraude. Especialistas dizem que é possível fazer obter sons mesmo com um simples gravador de bolso. Quanto melhor a qualidade do aparelho, melhor será o resultado. Com um microfone acoplado ao gravador e com um cabo de no mímimo 1 metro para que não sejam captados os sons do gravador, deve-se procurar um momento do dia de maior silêncio possível, colocando o gravador em uma superfície estável. Deve-se ficar distante de qualquer fonte de ruído, como prédios, carros, vias de trêm e anotar todos os ruídos que escutar para descartá-los da gravação. A gravação pode ser feita em qualquer lugar, desde que seja um ambiente silencioso. Não é necessário ir a ambientes de cultos religiósos, ou onde pessoas tenham sido mortas, recomendam os especialistas. Além do mais, devido à grande carga emocional do fenômeno e como em toda a situação que pode causar estresse, não é recomendável tentar escutar sons inteligíveis de uma gravação junto com pessoas sugestionáveis ou com problemas psicológicos. Como toda forma de contato com outras entidades, existem correntes que acreditam em sua veracidade e outras que afirmam que tudo não passa de uma fraude. Mesmo assim, é extremamente importante ter cuidado ao estudar forças desconhecidas. Escute algumas psicofonias nos links abaixo:
Obs: Não fizemos nenhuma análise técnica do material contido nesses links, deixando que cada um tire suas conclusões das gravações.
Por Reinaldo Ferraz

Fantasmas


Coloque sua 'roupa de caça' e saia à procura desse lendário fenômeno que tanto assombra crianças e adultos
Quando uma única pessoa alega ter visto um espírito, é possível que esteja sofrendo de alucinações. Quando o mesmo espírito é visto por várias testemunhas, essa possibilidade fica bem reduzida. Quando as testemunhas são contadas às dezenas, não se pode mais falar de alucinação...
Na noite de 29 de dezembro de 1972, o jato Tristar L-1011 (vôo 401), da Eastern Airlines, caiu em um pântano da Flórida, provocando a morte de 101 passageiros e de toda a tripulação. Passados alguns meses, estranhas histórias começaram a circular entre os tripulantes da companhia. Segundo tais histórias, figuras espectrais, usando o uniforme dos funcionários de bordo, materializavam-se no interior das aeronaves que faziam a mesma rota do fatídico L-1011. Os diretores da empresa, temendo uma publicidade negativa, recomendaram às equipes de vôo que mantivessem silêncio com relação às aparições, mas os boatos continuaram se espalhando.Finalmente os administradores da Eastern Airlines viram-se obrigados a encarar o fenômeno com seriedade. Começaram então a entrevistar os funcionários que haviam testemunhado as ocorrências. As aparições foram descritas como formas sólidas e tridimensionais, com aspecto de figuras vivas, mas que permaneciam caladas, impassivelmente sentadas na cadeira do piloto. Em todas as aparições, os espectros foram identificados como sendo o capitão Robert Loft e o engenheiro de vôo Don Repo, dois homens que perderam a vida no vôo 401. Outra conclusão foi a de que as aparições não aconteciam apenas nos aviões que operavam na mesma rota do jato acidentado. Elas se manifestavam com mais freqüência naquelas aeronaves Tristar que foram equipadas com peças recuperadas do desastre com o vôo 401. Os pesquisadores concluiram que não haviam sido transferidas apenas as peças do avião, mas também componentes de energia psíquica, a força vital dos seres humanos.Fantasmas que pedem caronaOs casos de estradas mal-assombradas, freqüentadas pelos fantasmas de pessoas que morreram prematuramente em acidentes rodoviários, fornecem as mais fortes evidências para que acreditemos na sobrevivência do espírito humano após a morte. Esse tipo de ocorrência pode ser classificado em dois grupos: o 'acidente fantasma' - quando um carro real colide com alguém na estrada e o motorista, acreditando que atropelou uma pessoa, desce do automóvel e descobre que não há nenhum corpo. a 'síndrome do carona fantasma' - quando um fantasma pára o carro de alguém, entra, conversa amigavelmente e, de repente, desaparece.
Histórias como essas existem aos milhares, exigindo uma explicação para os fatos, mas, por enquanto, nada temos a concluir, só podemos afirmar é que a imaginação 'voa' nessas horas...

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Fogo de Santelmo


No dicionário temos: De santo + Elmo (Elmo por ermo), santo invocado pelos marinheiros do Mediterrâneo quando, por ocasião de uma tempestade, aparecia uma chama azulada nos mastros dos navios, produzida pela eletricidade. Um barco em alto mar é atritado pelo vento e seu casco pela água. Assim, elétrons vão sendo arrancados e o barco fica com carga estática positiva. Tendo em cima uma nuvem carregada, eletricamente falando, próxima ao barco, pelo efeito do poder das pontas, no alto do mastro vão se aglomerar uma grande quantidade de elétrons, formando uma espécie de ionização azulada, visível a olho nu durante a noite sem luar. O mesmo fenômeno ocorre entre duas montanhas próximas, dependendo da composição química delas. Quando a diferença de potencial elétrico entre as montanhas é muito intensa, forma-se uma bola de luz, provavelmente uma bola de plasma, que sai de uma montanha e vai se neutralizar com a outra. Muitos chamam isso de Mãe do Ouro, Caipora, Cabeça-de-Cuia ou Boi-tá-tá. Se esse fenômeno ocorre no alto de um campanário, sobre uma cruz, as pessoas vendo aquela "chama" azulada, acreditam que é a aparição da Virgem Maria...

Fogo Fátuo e Gases do Pântano


Fogo fátuo que tem origem animal e gases do pântano de origem vegetal, são fenômenos idênticos.


Quando um corpo orgânico começa a entrar em putrefação, ocorre a emissão do gás metano (CH4). O metano, em condições especiais de pressão e temperatura, em local não ventilado, começa a sair do solo e se misturar com o oxigênio do ar. Em uma porcentagem de aproximadamente 28%, o metano se inflama espontaneamente, sem necessidade de uma faísca. Forma uma chama azulada, de curta duração, gerando um pequeno ruído. Se a pessoa estiver perto e sair correndo, devido ao deslocamento do ar a chama "irá atrás..." Imaginem a seguinte situação: garotos desafiam o amiguinho a entrar no cemitério, em uma sexta-feira 13, à meia noite. O amiguinho, desesperado acaba aceitando o desafio e lá dentro ocorre um fogo fátuo. Se ele não morrer de susto e não conhecer o fenômeno, passará a vida inteira jurando que viu um FANTASMA...

quinta-feira, 31 de janeiro de 2008

APARIÇÕES NO MOMENTO DA MORTE

Momentos antes de morrer, muitas pessoas alegam ver junto de si seres conhecidos, familiares e amigos, também já falecidos. Vamos hoje referir casos nos quais as aparições dos mortos são percebidas unicamente pelo moribundo e referem-se a pessoas cujo falecimento era por ele conhecido.


As pessoas mais distraídas facilmente dirão que se tratam de alucinações as descrições que os moribundos muitas vezes fazem, de seres conhecidos, já falecidos, que eles dizem estarem ali no momento da morte. No entanto, a investigação e uma análise mais cuidada do assunto, por parte de investigadores conceituados, mostra-nos o contrário. Diz Ernesto Bozzano , investigador e escritor ilustre, italiano, que «...se o pensamento, ardentemente voltado para as pessoas caras, fosse a causa determinante dos fenómenos, o moribundo, em lugar de experimentar exclusivamente formas alucinatórias representando defuntos – por vezes, mesmo, defuntos esquecidos pelo doente – deveria ser sujeito, as mais das vezes, a formas alucinatórias representando pessoas vivas às quais fosse vivamente ligado – o que não se produz... São bem conhecidos casos de agonizantes que têm tido visões de fantasmas que se crê sejam de pessoas vivas; mas, nesses casos, verifica-se invariavelmente, em seguida, que essas pessoas tinham morrido pouco antes, posto que nenhum dos assistentes nem o próprio doente o soubessem» (1)


São bem conhecidos casos de agonizantes que têm tido

visões de fantasmas que se crê sejam de pessoas vivas;

mas, nesses casos, verifica-se invariavelmente, em seguida,

que essas pessoas tinham morrido pouco antes, posto que

nenhum dos assistentes nem o próprio doente o soubessem


Refere ainda Ernesto Bozzano: «... Já citei um facto (VIII Caso), no qual o moribundo, percebendo aparições semelhantes, exclama:

-Como! Mas são pessoas como nós! – Sobre o que o narrador observa: “ Provavelmente ele sentia a imaginação cheia das imagens habituais dos anjos alados e das harpas angélicas; por consequência, nada mais provável que no último momento haja exprimido surpresa, vendo que os mortos que o vinham acolher tinham o aspecto de “pessoas como nós”. Contarei mais adiante (XXIV caso) um terceiro episódio concernente a uma menina de 10 anos, que, por seu turno, manifesta admiração vendo “anjos sem asas”. Ora, esses incidentes apresentam um valor probante real, pois que os fantasmas alucinatórios, como se sabe, tomam formas correspondentes às ideias que se têm figurado, anteriormente, na mentalidade do doente, e não podia ser de outra maneira. Resulta daí que, se a ideia dos anjos alados (de que temos ouvido falar por nossa mãe durante nossa infância e de que mais tarde lemos a descrição na Bíblia e vemos centenas de vezes representada nos quadros de assuntos religiosos), se tivesse gravado nas vias cerebrais do doente, este deveria supor estar vendo anjos com asas. Ora, como vimos nos casos narrados, os moribundos, dominados por essa ideia preconcebida, perceberam fantasmas cuja aparência era contrária á ideia em questão; devemos, pois, concluir que, nas circunstâncias descritas, se trata de aparições verídicas de fantasmas de defuntos e não de alucinações patológicas.»


(1) Caso do moribundo que vê fantasmas de defuntos desconhecidos mas conhecidos da família


Vamos ver um caso de um moribundo que vê fantasmas de defuntos que não conhece, se bem que fossem eles conhecidos dos de sua roda, o que elimina a hipótese da auto-sugestão. (extraído do “Journal of The American Society for Psychical Research, 1907, p-47)

«...Fui encontrar uma senhora, cujo filho, uma criança de 9 anos, morrera há 15 dias. Tinha sido operado de apendicite, dois ou três anos antes e a operação provocara uma peritonite, de que se tinha, no entanto, curado. Mas ficou de novo doente e foi preciso transportá-lo ao hospital para nova operação. Quando acordou da anestesia, estava perfeitamente consciente, reconheceu os seus pais, o médico e a enfermeira. Teve, no entanto, o pressentimento de morrer e pediu à sua mãe que lhe segurasse a mão até à hora de se ir embora...Olhando para o alto, disse:

-Mãe, não vês lá em cima a minha irmãzinha?

-Não, querido, onde a vês tu?

-Aqui; ela olha para mim.

Então a mãe para acalmá-lo, assegurou-lhe que a via também. Algum tempo depois, a criança sorriu de novo e disse:

-Quem está agora é a Sra. C...., que também vem ver-me. (Era uma senhora de quem ele gostava muito e que tinha morrido dois anos antes). Ela sorri e chama-me...

-Chega também Roy. Eu vou com eles, mas não te queria abandonar, mãe, e tu virás em breve ter comigo, não é? Abre a porta e pede-lhes para entrar. Eles estão à espera do lado de fora. E assim dizendo, expirou.

Ia esquecendo a mais importante visão: a da avó. Enquanto a mãe lhe segurava a mão, ele diz:

-Mãe, tu tornas-te cada vez menor; estás sempre com a minha mão presa? A avó está aqui comigo e é muito maior e mais forte que tu, não é?...» (in “Fenómenos Psíquicos no Momento da Morte”, Ernesto Bozzano, FEB, 3ª edição, 1982).

Neste caso foi confirmado que o pequeno de 9 anos, falecido, nunca tinha visto a avó, morta 4 anos antes do seu nascimento, e Roy era um seu amigo morto um ano antes.