Ano VII - 2007/2013 - BLOG FENÔMENOS SOBRENATURAIS - Developed by IVSON DE MORAES ALEXANDRE - VOLTA REDONDA - ESTADO DO RIO DE JANEIRO - BRASIL.
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quinta-feira, 29 de julho de 2010

Regressão de Memória


Regressao


A regressão de memória ou retrocognição é um processo espontâneo ou induzido que permite relembrar, compreender e integrar experiências marcantes vividas pelo cliente.


Através das diferentes técnicas de regressão pode-se acessar fatos ocorridos durante a vida adulta, a adolescência, a infância, o nascimento, a vida intra-uterina, e até mesmo experiências ocorridas em outras vivências que ainda afetam o dia-a-dia.


A nossa vida é composta por momentos e fases onde cada etapa tem uma importância significativa. Tais fases são marcadas por descobertas, desafios, emoções, sentimentos e aprendizados entre inúmeras outras experiências que a vida pode nos proporcionar.


A regressão de memória estará atuando nas fases de sua vida, colaborando positivamente para uma integração plena de qualquer situação ainda mal resolvida, consciente ou inconsciente, que ainda possa estar afetando insatisfatoriamente a sua vida.


Cronograma Existencial


Momento Atual: É o momento presente onde se encontra a sua queixa inicial. O momento onde culmina todos os efeitos e todo aprendizado de todas as experiências vividas sejam elas conscientes ou não.


Adolescência: É um difícil momento de transião para maioria das pessoas. Nesta fase buscamos identidade como ser no mundo. Surgem conflitos de relacionamento, sexuais, profissionais, entre outros. Algumas pessoas carregam esses conflitos no decorrer dos anos fazendo com que a vida torne-se confusa e sem sucesso.


Infância: É o período onde se estrutura a personalidade do indivíduo. Para Freud é o período mais importante da vida psíquica, onde ocorre o desenvolvimento da sexualidade. Para Jung, é nesta fase que a personalidade se estrutura com todas bagagens arquetípicas da evolução da humanidade e de vida anteriores. Muitas crianças nesta fase são marcadas por traumas decorrentes de brigas entre os pais, ou por serem submetidas a castigos severos ou até acidentes em geral. Através da regressão de memória você poderá reviver a situação traumática com mais maturidade, compreensão e total acompanhamento terapêutico.


Nascimento: o nascimento é uma fase muito importante para o Ser humano. É o momento em que ocorre a primeira inspiração, e uma drástica mudança de ambiente (dentro da barriga da mãe para o ambiente externo). Muitos de nós carregamos alguns traumas ocorridos na hora do nascimento como complicações no parto, adaptação ao ambiente externo como a luz, ar, a temperatura etc. Este momento também pode ter sido experenciado com muita alegria e vibração.


Vida Intra-Uterina: É o período desde a fecundação até o nascimento. É o momento que começa com a união do espermatozóide com o óvulo, o período onde a Ser se corporifica na matéria. Todas as experiências são geradas no pequeno cérebro que funciona como uma fita de gravador, onde serão registradas todas as sensações e sentimentos da mãe e do pai. É importante para este Ser que os sentimentos em relação a ele(a) sejam os mais harmoniosos possíveis.


Vivências Passadas: Neste estágio de regressão, podemos vivenciar momentos que parecem ter acontecidos em situações que antecedem a concepção. Para entendermos o processo de regressão à vivências passadas, também conhecido como regressão à "vidas passadas", é necessário deixar de lado a idéia do tempo cronológico que serve apena para orientação. O tempo é uma realidade que transcede nossas limitações espaciais. A divisão presente, passado e futuro é meramente didática, destinada a reduzir a termos compreensíveis uma realidade que, sob muitos aspectos, ainda nos escapa, mas parece contínua e simultânea. Portanto, não há tempo nem espaço, tudo acontece ao mesmo tempo. O presente é apenas uma linha móvel que arbitrariamente imaginamos para separar em duas - passado e futuro - um realidade indivisível e global, assim como a memória. A regressão à vivências passadas propicia à você, não apenas uma visão global do seu Ser, como também a conscientização de sua existência atual revelando experiências positivas que serão reforçadas, e negativas que serão trabalhadas para que não mais se repitam. Nesta fase da regressão, não importa realmente à sua crença em reencarnação ou não. Também não é importante saber se as vivências que foram experienciadas durante a regressão de fato ocorreram ou não. O que importa é que através da regressão, o cliente entra em contato com padrões que ainda estavam inconsciente e tem a oportunidade de escolher novas possibilidades para sua vida no presente. Todas as experiências vivenciadas durante a regressão são interpretações que o cliente fez ou faz da realidade à sua volta.


Objetivos da Regressão de Memória


• Esclarecer e integrar medos, repressões, culpas e eventos mal resolvidos no passado, a fim de serem feitas escolhas mais adequadas no aqui e agora;


• Detectar e integrar traumas passados que fazem com que você sinta-se reprimido e limitado na sua vida atual;


• Conscientização através do auto-conhecimento;


• Torna-se um indivíduo mais equilibrado melhorando a qualidade de vida total;


• Melhorar o relacionamento consigo próprio e consequentemente com o meio social;


• Buscar verdadeiramente o Ser essencial, tornando-se um indivíduo esclarecido e seguro nas suas ações.


Como funciona a Regressão de Memória


A regressão não está ligada a nenhum tipo de religião, crença ou credo. Para que a regressão funcione basta que haja aceitação do procedimento.


Todos nós somos capazes de usar a nossa imaginação. Todos nós temos uma capacidade de visualizar imagens e, sobretudo, todos nós temos intuição. As respostas dos nossos problemas estão dentro de nós mesmos. Só é preciso se permitir acessá-las.


O mais importante para que a regressão funcione é estar aberto para as respostas que surgem em nossa mente deixando a parte racional, os julgamentos e o ceticismo de lado.


Podemos dizer que a regressão de memória é considerada uma terapia mais rápida do que as convencionais. Não existe nada de sobrenatural nem de milagroso atuando na dissolução dos seus problemas. Há apenas o desbloqueio e a integração emocional, que aliado à sua vontade de mudar de vida, atuam para abrirem certas áreas de sua vida que estavam bloqueadas ou desequilibradas.


O que pode-se trabalhar


• Disfunções do organismo;

• Alergias;

• Claustrofobia;

• Insônia;

• Medos;

• Problemas Sexuais;

• Enxaquecas;

• Relacionamentos;

• Hiperatividade;

• Alcoolismo e problemas com drogas;

• Etc.


A regressão de memória é um dos métodos utilizados na Terapia Integral.


Reflexão:

"O que conta não são as teorias que se tem na mente, mas o Amor que se tem no coração."


Fonte: Instituto União

sábado, 10 de julho de 2010

Paranormalidade

A Paranormalidade é simplesmente aprendermos a coordenar os nossos próprios pensamentos e desejos canalizando as energias para que atuem de forma favorável em seus propósitos.

“Pensar positivo e desejar profundamente” é a regra número um para que possamos captar energia da própria natureza. A nossa mente funciona como uma distribuidora de energia. Essa regra, em nível mental, significa desejar alguma coisa sem duvidar de sua realização. Fazer parte do pensamento, como sendo uma realidade. Ver materialmente, o objeto ou a circunstância, fazendo parte da nossa vida, sendo algo já conquistado e definitivo. Isto deve ser feito em total estado de consciência, sem relaxamento, com a mente em estado de concentração alterada.

Temos que confiar mais em nossa própria capacidade. O medo e o pessimismo podem incomodar os nossos sentimentos, mas nunca incomodarão nossa mente e subconsciente. Nossa energia interior jamais será abalada. A nossa força e as respostas para todos os problemas, estão em nosso interior. As energias de nosso corpo, são polarizadas através de nossos pensamentos, e provém de fonte inesgotável.

Não devemos nos culpar por não estarmos conseguindo resultados satisfatórios na Paranormalidade, o importante é descobrirmos a maneira mais eficaz de estimular nossa mente. Mais importante, ainda, é nos tornarmos pessoas mais conscientes do nosso potencial e, principalmente, descobrirmos a melhor forma na aplicação de nossas capacidades mentais

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Suposta foto do demônio

Fatos
No dia 27 Setembro de 1998, é encontrado um cadáver, muito bem conservado. A primeira vista uma menina vítima de um estupro, recente, com aproximadamente 12 anos de idade. Após uma primeira análise feita pela polícia técnica da cidade, constatou-se que alguns dos objetos pessoais da menina tinham mais de 30 anos. Isto chamou a atenção de uma Universidade Inglesa, que com uma parceria com a polícia local, foi feita uma exumação do corpo.
Feita a análise de DNA, seguida de minuciosos exames, foi constatado que o corpo havia sido conservado, inexplicavelmente, por mais de 30 anos. Foram averiguados todos os crimes ocorridos nesta época mas nenhum bateu com a fisiologia da menina em questão. Porém descobriu-se que ocorreu neste período um desaparecimento de uma menina de dentro de um colégio de freiras, próximo ao local onde o corpo havia sido encontrado.

Foi então feita uma pesquisa nos arquivos da escola para tentar explicar o estranho acontecimento. A menina chamava-se Marian Melisa Taylor e seus arquivos indicavam a data de seu nascimento no dia 6 de junho 1950. Seu desaparecimento no dia 24 de junho de 1962 . No meio dos arquivos da menina em questão, foi encontrada uma foto com a data no seu verso. Porem esta foto estava em péssimo estado, e foi necessário um espectrografia digitalizada a fim de recuperar a foto.
Para espanto dos que estavam fazendo um trabalho de recuperação nesta foto, a menina apareceu despida, com um vulto inexplicável atrás, como se tivesse puxando-a para dentro de uma sala e ela tentando fugir. Porem na foto original, percebia-se claramente a presença da vestimenta tradicional para uma estudante em um colégio de freiras para a época. Um vestido longo, azul marinho, com a cruz de Cristo no peito. E nenhum sinal de vulto algum.
Descobriu-se também que na noite do dia em que a foto foi tirada, a menina desapareceu. Após a foto ter tomado seu formato atual, foram extraviadas inexplicavelmente as outras fotos da menina de dentro dos computadores da universidade e da policia, inclusive a foto original que foi scaneada para que pudessem ser feitos os estudos.
Professores e Mestres de computação gráfica que trabalhavam no caso, não souberam explicar como a foto original transformou-se tão drasticamente. Tentou-se em vão retroceder o processo e chegar a foto original.

Curiosidades
Na foto original afirmam que a postura da menina era normal de quem esta posando para uma foto, com os pés juntos e o vestido longo deixando apenas as sapatilhas de fora.
Algumas pessoas não vêem a imagem da menina, mas vêem a imagem do demônio atrás dela
Outras dizem ver a imagem se movimentando, como se tentasse fugir do satanás. (Essas pessoas após verem a foto tiveram algum parente próximo, geralmente uma filha ou irmã, vítima de violência sexual seguida de homicídio ou simples desaparecimento).

Vejam estes dados matemáticos
A menina foi encontrada 36 anos depois (3+6) = 9
O ano que ela desapareceu foi (1962) = (1+9+6+2) = (1+8) = 9
Numero da Besta (6+6+6) = (1+8) = 9
Agora vamos pegar um número de cada, obteremos o 999
A data cujo ela foi encontrada 27/09/1998 (2+7/9/1+9+9+8) = 9/9/9
Sua foto apareceu misteriosamente com a photopolaridade magnética invertida, ao fazer uma rotação de 180° com os números duplamente encontrados acima "999" encontraremos o número 666, o numero da Besta
O ano que a menina foi encontrada, 1998 que é igual a 3 vezes o numero da Besta 666
A data de nascimento da menina 6 de junho 1950 (6/6/1+9+5+0) ... (6/6/6) ... 666
A data que a menina desapareceu foi 24/06/1962 (2+4/6/1+9+6+2) ... (6/6/6) ... 666
O numero de letras do nome dela Marian(6) Melisa(6) Taylor(6) ... Reparem o número novamente!
O dia em que a menina desapareceu 24 subtraído da data de seu nascimento 6 = 18
3 x 6 = 18 ou escrevendo 3 x 6 de outro modo 6+6+6.
Não seria tudo isso muita coincidência?

Dados
Esta matéria foi tirada de um site de Satanismo hospedado na Inglaterra, que hoje não existe mais. Dizem que a mulher que o fez, sumiu de circulação da Internet e desde então nunca mais se ouviu falar dela. Alguns afirmam que ela ficou louca e suicidou-se, outros que a menina veio busca-la. Algumas pessoas ligadas fortemente ao espiritismo, não tem duvidas em afirmar que a mulher era a própria menina, vinda em forma de um espírito que utilizou o meio de comunicação mais difundido nos dias de hoje, pois teria feito um pacto com o Satanás para que ninguém mais duvidasse dos poderes de Lúcifer (Nome do Diabo) em troca de que ela pudesse descansar em paz, por isso ela mesma haveria indicado o local do seu cadáver para que pudessem encontrá-la.

Quero deixar claro que o fenomenossobrenaturais.blogspot.com não tem nada com o satanismo ou o sobrenatural do Diabo, e sim pelos espíritos. Apenas obtém informações semanais de vários arquivos e projetos.

Atenção! se não quiser visualizar a foto, retorne!


Cuidado!!!



Eis a foto.



Fonte: assustador.com.br

Festum Sacratissimi Corporis Christi

Dia de “Corpus Christi” , você sabe o que significa esta data?

Em 11 de junho de 2009, o mundo cristão estará festejando o “Corpus Christi” que em latim quer dizer “Corpo de Cristo”. A data foi abraçada pela igreja católica para comemorar a presença real de Cristo na Eucaristia. E todos os Cristãos até mesmo os evangélicos guardam a data. Diferentemente os protestantes, fazem cultos ou Shows a Jesus e a maioria deles não trabalham no dia. São os católicos os que dão mais ênfase a data: Eles acreditam fielmente nas frases que Cristo disse em Lucas: 22,19-20: (19) "Jesus tomou o pão e abençoando-o, o partiu e o deu-lho dizendo: Tomai e comei; isto é o meu corpo; fazei isto em minha Memória. (20) Depois tomando um cálice, rendeu graças e deus aos seus discípulos, dizendo: Bebei dele todos; pois isto é o meu sangue, o sangue do pacto, o qual é derramado por muitos para remissão dos pecados."
QUANDO A DATA É COMEMORADA.
É comemorada sempre numa quinta-feira após o domingo depois de Pentecostes.

COMO DATA É COMEMORADA
Na celebração de Corpus Christi tem uma missa solene, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento (Jesus na Eucaristia). Durante a missa o sacerdote consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no templo, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

O FENÔMENO SOBRENATURAL DA TRANSMUTAÇÃO do pão e vinho em Corpo e Sangue de Cristo: Em 1215, o Concílio Ecumênico de Latrão utilizou pela primeira vez a palavra “transubstanciação”, para descrever o fenômeno, afirmando que: “O Corpo e o Sangue de Cristo no Sacramento do Altar estão verdadeiramente contidos sob as espécies do pão e do vinho, transubstanciados o pão, no Corpo, e o vinho, no Sangue, pelo poder divino”.

CATÓLICOS, PROTESTANTES E EVANGÉLICOS;
Durante séculos tentaram elucidar os dogmas para este fenômeno sobrenatural, que não pode ser simplesmente explicado a luz da ciência.
Martim Lutero (protestante) acreditava que o corpo de Cristo está com o pão, em o pão, sob o pão.
Segundo palavras do Protestante Luterano Abraham Calov: “Julgamos que o Corpo e Sangue de Cristo estão verdadeiramente presentes na ceia, mas não por METOUSIA ou TRANSMUTAÇÃO SUBSTÂNCIAL (transubstanciação) como querem os católicos, nem por SUNOSIA ou CONSUBSTANCIAÇÃO, como acreditam os protestantes Calvinistas, nem por Inclusão Local a saber IMPANAÇÃO.

A CONSUBSTANCIAÇÃO é a união de duas substâncias uma terrena e outra celestial, de que resultam numa terceira, podendo ter uma coexistência local.
Um conceito diferente foi descrito pelo Cardeal Pedro de Cápua falecido em 1219; Segundo ele: "Não há nenhuma mudança, permanecendo a substancia do pão e do vinho, ao serem pronunciada as palavras de consagração, começam a estar presentes sob as mesmas espécies a Carne e o Sangue de Cristo, ainda que eles não estejam ali senão a substância do pão e do vinho".
Para o Presbiteriano Jeônimo Gueiros, teólogo e filósofo: "O corpo e sangue de Cristo estão verdadeiramente substancialmente presentes e se distribuem e recebem verdadeiramente juntos com o pão e o vinho".
O Luterano (protestante, evangélico) Andreas Gottolob Rudelbach (1792-1862) discorda de Martim Lutero para ele: "A união dos elementos celeste com o terreno é sobrenatural; o corpo e o sangue de Cristo são recebidos de modo sobrenatural, logo não tem cabimento falar em inclusão local, impanação a propósito da doutrina luterana".
No entanto, se nem os maiores teólogos católicos e evangélicos conseguem explicar conclusivamente como ocorre transformação do pão em Corpo de Cristo, não cabe a esta matéria elucidar este mistério.
Na verdade é assim mesmo que a maioria encara o fenômeno, “um mistério de fé”. Pois a fé é essencial para compreender que: onde estão o pão e o vinho, após sua consagração, estão também o Corpo e Sangue de Cristo.
Evidentemente que muitos pastores evangélicos aos poucos estão abolindo este sacramento, mais ainda hoje na cerimônia de “Corpus Christ” e da “Adoração ao Santíssimo Sacramento” não há quem não se emocione católicos ou não, diante da presença real Corpo de Cristo na Eucaristia. (corpo de Cristo no Sacramento do Altar)

autor: Mr.Tlaloc

Fonte: Sobrenatural.org

domingo, 18 de abril de 2010

Sexta Feira 13

Sexta-feira 13 ou seja, uma Sexta-feira no dia 13, é considerada popularmente como um dia de azar.

Pensa-se que esta superstição poderá ter tido origem no dia 13 de Outubro de 1307, Sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França e os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país. Alguns deles foram ainda torturados e mais tarde, executados por heresia.

Existem também versões que provêm de duas lendas da mitologia nórdica.

Na primeira delas, conta-se que houve um banquete e 12 deuses foram convidados. Loki, espírito do mal e da discórdia, apareceu sem ser convidado e originou desacatos que terminaram com a morte de Balder, o favorito dos deuses.
Daí nasceu a crença de que convidar 13 pessoas para um jantar acabaria em desgraça.

Numa outra história, a deusa do amor e da beleza era Friga. Quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo, Friga foi transformada em bruxa. Como vingança, ela passou a reunir-se todas as sextas com o Demónio e outras 11 bruxas. Os 13 juntos rogavam pragas aos humanos.

Outras possibilidades para esta crença têm origem no Cristianismo.

Uma delas prende-se com o facto de que Jesus Cristo foi supostamente morto numa Sexta-feira treze, uma vez que no calendário hebraico a Páscoa judaica é celebrada no dia 14 do mês de Nissan.

Recorde-se ainda que segundo o Cristianismo, na Última Ceia sentaram-se à mesa treze pessoas, sendo que duas delas, Jesus e Judas Iscariotes, morreram em seguida, por mortes trágicas, Jesus por execução e Judas supostamente por suicídio.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Gato Preto


A história de vida do gato preto é impressionante. Sacrificado por uns, adorado por outros, o gato preto sobreviveu a tudo simplesmente para reclamar o lugar que mais gosta de ocupar: um sítio quente, junto à janela.

As superstições acerca dos gatos começaram desde muito cedo. Os primeiros povos a atribuir uma aura mística ao gato foram os egípcios que o idolatravam, tendo mesmo um deus com a sua forma física, Bast. Em honra desta divindade, os egípcios mantinham gatos pretos nas suas casas e davam-lhes honras reservadas a faraós, mumificando-os depois de mortos.

Mas foi na Idade Média que o gato viu a sua sorte mudar. Apesar de concederem um importante serviço ao homem, caçando os ratos que eram considerados uma praga por todo o lado, a verdade é que havia grupos de gatos vadios que faziam das cidades o seu território. A sobrepopulação terá sido o primeiro motivo pelo qual o gato deixou de cair em graça para passar a cair em desgraça.

A Idade Média ficou marcada pela bruxaria, superstição e febre religiosa. O gato, como animal independente e solitário, captou a atenção tanto de cristãos como pagãos.

No paganismo, o gato representa protecção e sabedoria, mas na magia negra, o gato preto macho personifica o diabo. No tarot, no baralho de Rider Waite, a Rainha de Paus é representada com um gato preto a seus pés, significando energia instintiva, mas domesticada.

O gato é um animal que caça durante a noite e era acolhido na Idade Média por pessoas sozinhas. Os gatos vadios eram os animais de estimação de pedintes e pobres, o que não favorecia a imagem do gato. Os olhos penetrantes que iluminam as noites contribuíram provavelmente para a catalogação do gato como espírito diabólico. A cor preta era a cor do mal e das trevas, o que tornou os gatos desta pelagem os mais perseguidos pelos inquisidores e cristãos. A sua associação a práticas pagãs provocou um maior distanciamento entre os cristãos e o gato. O facto de o gato ser várias vezes sacrificado em rituais pagãos tornou-o num símbolo a combater.

Depressa começaram a surgir relatos que ligavam os gatos a bruxarias. Diz a lenda que por volta de 1560, em Linconshire, filho e pai foram assassinados por um gato preto que lhes cruzou o caminho. O animal coxeava com vários arranhões e dirigiu-se para a casa de uma mulher que os habitantes da região suspeitavam que fosse bruxa. No dia seguinte, a mulher apareceu a coxear com uma ligadura no braço.


Outra história relatada conta que durante a noite um agricultor cortou a orelha de um gato.
O homem acreditava que o gato estava a assombrar a sua propriedade. No dia seguinte, o agricultor regressou ao local apenas para encontrar parte da orelha de um humano. Na Alemanha, as histórias sobre a dualidade bruxa/gato preto são comuns. Uma mulher após ter sido acusada de bruxaria e condenada à fogueira, transformou-se em gato preto enquanto ardia. Foi assim que surgiu o mito de que as bruxas se transformam em gatos pretos durante a noite. E foi também desta forma que se encontraram justificações para perseguir estes animais.

Juntamente com as lendas surgem também outros factos históricos que na altura serviam de base de sustentação a muitas superstições. O Rei Carlos I de Inglaterra tinha um gato preto como animal de estimação. Ele acreditava que o seu gato lhe trazia sorte. Coincidência ou não, o gato morreu um dia antes de o Carlos I ter sido preso por Oliver Crommwell. O Rei foi acusado de traição e mais tarde decapitado.

Surpreendentemente, o gato preto sobreviveu a décadas, se não séculos de perseguição. A sua pelagem negra, pela qual era perseguido, era também uma vantagem quando caçava à noite, fundindo-se com a escuridão. Naqueles tempos, não faltava alimento para os gatos, uma vez que os ratos abundavam pelos campos e cidades.

Na altura do Renascimento, a Igreja Católica tinha já abrandado a caça aos pagãos. Esta foi uma boa notícia para o gato pois os cristãos tinham conseguido reduzir a prática do sacrifício de animais, e em particular dos gatos com pelagem preta e alem disso deixaram de ser perseguidos pelos próprios cristãos.

No entanto da Idade Média resistiram as superstições profundamente enraizadas na cultura popular. Apesar de em Portugal ser mais comum associar o gato preto a um mau presságio, são várias as crenças que lhe são favoráveis noutros países.


Algumas Superstições Comuns

Na Escócia
Um gato preto no alpendre traz prosperidade.

Na Itália
Ouvir um gato preto a espirrar traz boa sorte.
Se um gato preto se deita na cama de uma pessoa doente, significa que a morte dessa pessoa está perto.

Em Portugal
O gato preto que cruza o nosso caminho traz má sorte

Na Irlanda
O gato preto que cruza o caminho de alguém durante noites de luar, é prenúncio de epidemia.

Na Inglaterra
Na costa de Yorkshire, as mulheres dos pescadores acreditam que os seus maridos regressarão sãos e salvos da faina se mantiverem em casa um gato preto.

Entre os pescadores é comum a crença de que os gatos pretos mantidos em casa enquanto saíam para pescar era sinónimo de bom tempo no alto mar. Há quem defenda que o preço dos gatos pretos chegou a aumentar de tal forma que vários marinheiros não tinham dinheiro para comprar um.

Em algumas regiões da Inglaterra acredita-se que oferecer um gato preto à noiva trás sorte.

Na França
No Sul deste país, acredita-se que cuidar de um gato preto trás boa sorte.

Na Alemanha
Um gato que cruza o caminho de uma pessoa da direita para a esquerda é mau presságio, mas da esquerda para a direita é boa sorte.

Na Letónia
Para os agricultores deste país, encontrar um gato preto nos reservatórios de sementes é uma óptima notícia. Para eles, estes gatos são o espírito de Rungis o Deus da Colheita.


Superstições Actuais


Hoje em dia, o gato preto continua a ser mais do que um gato de pelagem escura. Ainda há quem veja nele sinal de boa ou má sorte. Num estudo realizado em associações de animais dos Estados Unidos da América, constatou-se que o gato preto era a segunda pelagem menos desejada. A primeira era a castanha. Assim, o gato preto era sempre dos últimos a ser adoptado numa ninhada de gatos de várias cores.

A acentuar a ideia de que o gato preto ainda não é visto como um outro gato qualquer, nos Estados Unidos da América, onde há uma forte tradição de festejar o Halloween (Noite das Bruxas), algumas associações de animais têm uma política especial que implementam nessa época. Neste feriado manteve-se em alguns locais a tradição de sacrificar animais, entre eles o gato preto. Por esta razão, a adopção destes gatos fica suspensa algumas semanas antes e depois desta festividade.

Em Portugal, as superstições sobre gatos pretos não parecem ter tanta força e é bastante comuns encontrar um gato preto como animal de estimação. Não deixa de ser curioso que na Inglaterra, apesar da caça às bruxas e aos gatos vivida na Idade Média, as superstições que resistiram aliam invariavelmente o gato a bons sinais.

No entanto, o gato preto parece ainda estar longe de reconquistar a posição que tinha no Antigo Egipto. Ou talvez não, uma vez que, tal como os outros gatos, parecem ser peritos em ganhar a adoração dos donos.

sábado, 13 de fevereiro de 2010

Fenômenos Inexplicáveis

A ciência tem permitido curar doenças, explicar muitas coisas sobre o mundo, a vida e os seres humanos. Mas, a ciência não pode explicar tudo que nos rodeia. Os cientistas nunca poderão saber exatamente como começou o universo ou ajudar a resolver questões da fé. Assim como em questões do mundo paranormal. Ainda que a ciência possa explicar muitos fenômenos estranhos, alguns mistérios continuam sem solução. Talvez, alguns destes fenômenos serão um dia plenamente compreendidos, assim como muitas coisas que há poucos séculos eram completamente desconhecidas e inexplicáveis (como causas de doenças) e agora são de conhecimento público.

10- A Conexão Corpo/Mente

Segundo Chaplin, a mente pode ser entendida como os processos de percepção, pensamento, recordação e comportamento inteligente. A ciência médica está apenas começando a compreender como a mente afeta o corpo. O efeito placebo, por exemplo, revela que às vezes as pessoas podem sentir alívio dos sintomas de doenças tomando uma pseudo-medicação ou seguindo uma terapia, pois só de pensar que lhes tenham sido prescritos algo já se gera efeitos ao corpo. A capacidade do corpo de se curar é muito mais surpreendente do que qualquer coisa que a medicina moderna pode criar.

Além disso, há entre o corpo e a mente elementos que até hoje não foram desvendados, por exemplo, será que sua consciência é verdadeira? Ou tudo mora na glândula pineal deonde vem todos nossos anseios? Se as coisas estão onde os seus efeitos se originam. Logo, o pensamento vem do cérebro, que é a origem do comportamento. CONTRADIÇÃO? Se a mente fosse completamente externa ao corpo físico, seria difícil entender como seus atributos se associam com propriedades do cérebro físico; Devemos buscar respostas mais profundas nas estruturas materiais físicas e reais que constituem o cérebro.

9- Poderes psíquicos e a percepção extra-sensorial

Os poderes psíquicos e de percepção extra-sensorial estão entre os dez maiores fenômenos inexplicáveis desta lista simplesmente porque que os cientistas não têm sido capazes de explicar porque é que há pessoas que dizem “sim” e levá-las realmente tê-las. Há pesquisadores tentando provar que há pessoas que afirmam ter poderes psíquicos, embora os resultados científicos em condições controladas até agora têm sido negativos ou ambíguos. Alguns argumentam que os poderes psíquicos não podem ser testados ao menos que sejam na presença de pessoas céticas. Se assim for, será muito difícil para a ciência para ser capaz de provar ou refutar a existência de poderes psíquicos.

8- Experiências próximas da morte ou a vida depois da morte

Algumas pessoas que chegaram perto da morte, por vezes, relatam experiências místicas diversas (como entrar num túnel e caminhar até uma luz, reunir-se com seus entes queridos, um sentimento de paz, etc) que pode sugerir uma existência mais além do túmulo. Embora estas experiências sejam profundas, não retorna como uma prova ou informação verificável “para além do túmulo.” Os céticos sugerem que as experiências são explicáveis como uma natural e previsível alucinação de um cérebro traumatizado por aquilo que aconteceu, mas não há nenhuma maneira de saber ao certo se isso realmente acontecer perto de ser a morte ou se são realmente visões do “outro lado”.

7- OVNIs

A palavra OVNI quer dizer “Objeto Voador Não Identificado”. Não cabe duvidar que há muitas pessoas que vêem coisas no céu que não podem ser identificadas, de aviões a balões-sonda de meteoritos. Assim, uma vertente da ufologia mundial acredita que parte dos registros visuais dos chamados “discos voadores” são, na verdade, registros visuais de aeronaves terrestres em forma de disco, que desde meados dos anos 40 têm sido estudadas, construídas e testadas. Projetos secretos, que explicariam, em tese, a negativa das Forças Armadas diante de indagações sobre discos voadores. Cerca de 90% dos relatos registados em todo o mundo são explicados pela ciência, incluídos nesse valor os embustes, relatos fictícios e provas documentais forjadas. Sobre qualquer um desses objetos nunca foram apresentadas provas oficiais de objetos voadores não identificados a partir do espaço ou de outros planetas. No entanto, embora cuidadosas investigações tenham revelado causas conhecidas para a maior parte dos relatórios sobre avistamentos, alguns incidentes OVNI continuam sem explicação.

6- Deja vu
Deja vu é uma expressão francesa que significa “já visto”, referindo-se à intrigante e misteriosa sensação de ter experimentado um conjunto específico de circunstâncias de que já foi se vivenciou aquilo antes. Uma pessoa pode entrar um edifício, por exemplo, em um país estrangeiro que não tinha visitado antes e preocupantemente sentir uma sensação de familiaridade. Alguns atribuem o Deja Vu psíquico a experiências de vidas anteriores, mas o fenômeno em si continua um mistério. Há uma vertente que diz que é possível que a sensação seja disparada por ação neuroquimica no cérebro não estando ligada a nenhuma experiência do passado. Sente-se estranho e associa a sensação com já ter experimentado isso antes, mesmo se a experiência é completamente nova. Ou seja, déjà vu pode não envolver um falso reconhecimento de algo que já se viu antes. A sensação de déjà vu é comum entre pacientes psiquiátricos. Também precede ataques de epilepsia do lóbulo temporal. E, em 1955, quando Wilder Penfield fez a sua famosa experiência na qual estimulava eletricamente lóbulos temporais, encontrou um bom numero de experiências de déjà vu.

5- Fantasmas

A aparição de fantasmas faz parte da nossa cultura e folclore de muitos séculos. Muitas pessoas têm relatado aparições vendo estranhas sombras ou seus entes queridos já mortos. Embora a definitiva prova da existência de fantasmas permaneça evasiva, ainda há testemunhas que relataram vendo, fotografando, e até mesmo comunicando-se com os fantasmas. Alguns estudiosos têm a esperança de que um dia poderão provar que os mortos podem entrar em contato vida e de fornecer uma resposta definitiva para o mistério.

4- Desaparecimentos misteriosos

Em muitos casos, há pessoas que desapareceram de repente sem deixar um único rastro. Muitos destes desaparecimentos se resolvem com o tempo através de inquérito policial, confissão, um acidente, mas, nunca graças a um “detetive psíquico”. Há uma série de desaparecimentos que nunca foram resolvidos e que aparentemente continuarão sem solução. São inúmeros os casos de pessoas que da noite para o dia desaparecem sem deixar rastro.

Durante a Guerra de Sucessão espanhola de 1707, 4 mil homens de uma força de invasão marchando ao pé dos Pirineus, a caminho da Espanha, através de uma passagem da montanha. simplesmente desapareceram. Este grupo nunca alcançou seu objetivo, nem jamais foi encontrada. Durante a invasão francesa da Indochina por volta do século XIX, 650 fuzileiros marchando para Saigon, desapareceram sem nem mesmo ter encontrado o inimigo. A possibilidade de que os fuzileiros pudessem ter sido emboscados pelas forças vietnamitas foi descartada já que um outro grupo seguia de perto os fuzileiros e não ouviu os sons de um encontro armado, nem encontrou armas espalhadas, equipamentos ou corpos. Pode-se destacar que há, também, certos locais no planeta famosos por desaparecimentos humanos. Um exemplo é o Triângulo das Bermudas e o Triângulo do Diabo, do Japão, tem formado parte dos estudos populares paranormais há décadas.

Há uma explicação do parapsicólogo argentino Juan Jacobo Bajarlya que admite a existência de um fenômeno conhecido como hiloclastia - a penetração da matéria pela própria matéria. Este fenômeno explica como um objeto sólido pode atravessar uma parede por outra dimensão sem deixar um traço físico. Apesar da teleportação ser um efeito colateral da hiloclastia, o Dr. Bajarlya afirma que efeitos paranormais somente poderiam acontecer em um estado de transe paragnosia (o estado de consciência paranormal), que supera os cinco sentidos, ao longo da razão e da vontade livre. A energia produzida pelo indivíduo vivenciando esta condição, geralmente como resultado do medo, pode ser tão forte que consiga fazer com que a pessoa levite ou seja atirada a uma outra dimensão, ou a coloque em um lugar inalcançável. Um tratamento mais completo desta hipótese interessante aparece no trabalho do Dr. Antonio Las Heras, “Respuestas al Triângulo de las Bermudas”. Loucura ou não são teorias.

3- Intuição

Há quem a chama do “sexto sentido”, mas em alguma ocasião todos já experimentaram a intuição em um momento ou outro. Este conceito de “intuição” é, convencionalmente erróneo. Alguns psicólogos optam afirmar que no subconscientemente há informações ocultas sobre o mundo que nos rodeia, nos conduzindo, aparentemente, a determinadas informações que sequer sabemos exatamente o que é. Mas, o porquê de uma pessoa ser capaz de ter uma intuição que se cumpre é um grande mistério que ainda não foi resolvido.

2- Pé Grande

Apesar das centenas de testemunhas que afirmam ter visto esse misterioso ser peludo de pés grandes, jamais foi encontrado nem um só corpo. Seu provável haibat natural fica nas florestas densas no noroeste dos Estados Unidos e oeste do Canadá. Até hoje nunca uma criatura dessa foi morta por um caçador ou corpo encontrado, com exceção de pegadas suspeitas encontradas por um grupo de aventureiros chamados Seekers-Malaysia. Na ausência de provas sólidas, como os dentes ou ossos, o apoio é reduzido para testemunhas oculares e imagens ambíguas e filmes. Uma vez que é logicamente impossível demonstrar uma negativa universal, a ciência nunca será capaz de mostrar que criaturas como Bigfoot ou o monstro do Lago Ness não existe. Para Grover Krantz, pesquisador especializado em criptozoologia (ciência que estuda espécies de animais ainda desconhecidas ou presumivelmente extintas), o Pé-Grande é um descendente do “gigantopithecus”, uma espécie de primata que habitava a Terra há 3 milhões de anos. O mais famoso relato de pé-grande foi feito por Roger Patterson, que teria filmado uma das criaturas no Estado de Washington, EUA, em 1967. Esta filmagem ficou famosa no mundo inteiro e intriga pesquisadores até hoje.

1- O Zumbido de Taos (Taos Hum)

O “Taos Hum” é um som de volume baixo que é ouvido em várias partes do mundo. Especialmente nos EUA, Reino Unido e no norte europeu. É normalmente ouvido em lugares silenciosos, e seu som lembra um motor a diesel distante. Desde que foi provado que esse som é indetectavel por microfones ou antenas de comunicação, sua fonte e natureza ainda permanecem um mistério.

Em 1997 foi realizado um congresso feito por alguns dos cientistas e observadores dos mais prestigiados institutos de pesquisa do país, para para pesquisarem um estranho barulho de baixa freqüência ouvida pelos moradores e vizinhos da pequena cidade de Taos, Novo México (EUA). Aqueles que ouviam o barulho, descrito por eles como um “Hummm” , procuram por respostas. Apesar de congressos e pesquisas, até hoje ninguém sabe a verdadeira causa deste sinistro barulho. Curiosamente, apenas cerca de 2% dos moradores Tao alegam terem ouvido esse som.

Traduzido e baseado na publicação da Live science.

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

Velocidade do Som

Quem já teve a oportunidade de observar um navio à grande distância no alto-mar deve ter notado que o som proveniente de seu apito só é escutado momentos após terem sido expelidos os vapores resultantes. Sabe-se também que durante as tempestades, provocadas por violentas perturbações elétricas na atmosfera, o ruído do trovão chega até nós alguns segundos após a claridade do relâmpago, e quanto maior for a distância do local onde se produzir o ruído maior o intervalo entre este e a claridade do relâmpago.
Em distâncias curtas, podemos considerar a velocidade da luz como praticamente instantânea, e portanto o tempo decorrido entre vermos o relâmpago e ouvirmos a trovoada deve ser o tempo para o som deslocar-se de sua origem até ao ouvido do observador.
Estes fatos evidenciam que o som se propaga através do ar com uma velocidade pequena, comparada com a velocidade da luz. A velocidade do som no ar é relativamente pequena pelo fato de as moléculas que se movimentam terem de se chocar umas com as outras a fim de propagar a onda longitudinal de pressão.

A luz se propaga na velocidade de 300.000 km por segundo, enquanto as ondas sonoras circulam no ar à razão de 340,9 metros por segundo. Em dias quentes o som se propaga com mais velocidade do que nos dias frios, pelo fato de o ar quente ser menos denso do que o ar frio. Nos dias de frio intenso a velocidade do som pode chegar a 328,7 m/s.

A mais antiga tentativa para a determinação da velocidade do som, de que temos notícia, foi realizada na França, em 1738, cuja tentativa não foi entretanto coroada de êxito. Mas, em 1822, pelas experiências conduzidas por uma comissão designada pela Academia Francesa, chegou-se à conclusão de que a velocidade do som no ar, a uma temperatura de 15,9º C, é de 340,9 m/s, e que esta velocidade aumenta de 60 centímetros por segundo para cada aumento de um grau centígrado na temperatura. A 0º C a velocidade do som é de 331,4 m/s. As mais recentes experiências realizadas não dão resultados significativamente diferentes daqueles que foram obtidos em 1822.

Os sons de todas a freqüências propagam-se com igual velocidade. Se isto não fosse verdade, sons agudos, de alta freqüência, como o pífaro, numa banda musical, chegariam aos seus ouvidos antes (ou depois) dos sons de baixa freqüência, como o do tambor. E assim a música seria deformada.
Quando ouvimos uma orquestra tocando, cada instrumento produz som de uma forma diferente, no entanto, todos são ouvidos ao mesmo tempo.
É fácil perceber como seria catastrófico o entendimento de uma conversa se os sons agudos, graves, fortes e fracos se propagassem com velocidades diferentes.



Os aviões a jato mais rápidos podem voar com velocidade maior que a do som. Viajar a tais velocidades é difícil porque o ar comprimido se acumula na frente do avião e este tem de furar o seu caminho como uma bala. Aviões a jato de alta velocidade têm a forma mais parecida com a de uma bala do que os aviões de baixa velocidade.



Nos líquidos e nos sólidos, onde as moléculas estão mais próximas umas das outras, a velocidade do som é bem maior do que em um gás.
Na água, a velocidade do som é cerca de quatro vezes a sua velocidade no ar; a 25º C é de aproximadamente 1500 m/s. No aço chega a 5000 m/s, ou seja, cerca de quinze vezes maior.
Se você ficar ao lado de uma estrada de ferro e escutar enquanto um trabalhador bate um espigão com o martelo, você ouvirá cada golpe duas vezes. O som que se propaga através do aço dos trilhos chega antes do som que se transmite através do ar.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Abdução: Sonho ou Realidade?

Milhares de pessoas no mundo inteiro dizem terem sido "sequestradas" ou "abduzidas" por extraterrestres. Os céticos os chamam de enganadores, que só querem publicidade, etc. Uma das teorias mais aceitas no meio científico é a chamada de "paralisia do sono".

Durante a noite, enquanto dormimos, nossos músculos ficam paralizados para que o corpo não reproduza os mesmos movimentos do sonho. Acontece que, segundo esta hipótese, algumas vezes, o sistema falha e quando acordamos, ainda estamos paralisados. Isto dá a sensação de arrastamento, flutuamento, e de que há outras pessoas no quarto.

O fato é que a maioria dos relatos de abdução acontece quando a pessoa está acordada, dirigindo ou fazendo outras coisas. Esta explicação não responde a questão de abduções. Estes mesmos cientistas que vieram com esta explicação, não conseguem explicar os ferimentos cicatrizados e marcas que costumam aparecer no corpo das pessoas abduzidas. Num momento elas estão vivendo suas vidas normalmente, no outro tudo o que lhes resta são "flashes", pequenas lembranças do que ocorreu e por vezes alguns cortes cicatrizados.

Devemos lembrar que os relatos de abduções estão presentes em toda a nossa história. Na África, assim como na América do Norte e na Europa, já foram achadas pinturas rupestres, datadas de milhares de anos, mostrando estranhos seres, ou objetos voadores, abduzindo pessoas.

Um aparte em relação à teoria da paralisia do sono: nem sempre a sensação de não estarmos "encaixados", ou de "descolamento" do corpo, se deve à paralisia do sono. De fato, e de uma forma bastante reduzida, enquanto dormimos, nosso corpo astral deixa o corpo físico para vivenciar outras realidades. Quando acordamos repentinamente, ou quando acordamos muito cansados, o retorno, ou "encaixe" de nosso corpo astral não se dá devidamente, causando esta estranheza e desconforto, ou sensação de descolamento. Retornamos, mas parece que não retornamos. Para resolver isto, e para que o "encaixe" seja devidamente realizado, o ideal é relaxarmos e voltarmos a dormir por alguns minutos. O nosso corpo trata de corrigir qualquer eventualidade. Mas isso é assunto para uma outra conversa....

A questão é: Paralisia do Sono ou Abduções? É muito difícil afirmar qualquer uma das coisas. Depende muito de caso a caso, e de pessoa para pessoa. Para um "diagnóstico" preciso, a pessoa deve se submeter a um especialista "neutro", com conhecimentos próprios, e sem convicções fortes. De fato, algumas pessoas acreditam no que é mais conveniente, outras...

terça-feira, 24 de novembro de 2009

Mitchell reafirma em público existência de extraterrestres

Fonte: Portal Terra

O astronauta aposentado Edgar Mitchell - foto - que fez parte da missão com destino à Lua Apollo 14, em 1971 - afirmou que existe vida extraterrestre e que o governo americano esconde informações sobre o assunto. Segundo o site do jornal britânico Telegraph, as afirmações foram feitas durante a quinta X-Conference - um encontro anual que reúne ufólogos e outras pessoas que acreditam na existência de discos voadores e formas de vida alienígena - que aconteceu do dia 17 ao dia 19 de Abril.

De acordo com o jornal, o ex-astronauta, hoje com 78 anos, disse: "não estamos sozinhos. Nosso destino é tornar-nos parte de uma comunidade planetária. Nós devemos estar prontos para ir além do nosso planeta e além do nosso sistema solar para descobrir o que está realmente acontecendo lá fora."

Mitchell, que foi piloto do módulo lunar na Apollo 14, também disse que em 1947 tentou investigar o chamado "Incidente Roswell" - um suposto disco voador que teria caído na localidade de Roswell, no Novo México - , mas que foi dissuadido por autoridades militares. O astronauta, que cresceu na cidade de Roswell, afirmou que na época os moradores "foram silenciados pelas autoridades militares que ordenaram que não se falasse sobre essa experiência."

Ele alegou que tentou buscar as provas que foram colhidas com moradores locais pelo Pentágono. Segundo ele, um oficial do governo - cujo nome não foi citado - havia prometido que descobriria mais informações, mas seu acesso foi negado quando ele "tentou entrar no trabalho interno desse processo". Michell afirma que o oficial nega a história.

"Convido a todos aqueles que duvidam: leiam os livros, comecem a compreender o que realmente aconteceu. Porque realmente não há nenhuma dúvida de que estamos sendo visitados", disse Mitchell. "O universo em que vivemos é muito mais maravilhoso, emocionante, complexo e abrangente do que jamais fomos capazes de entender."

Em resposta às afirmações de Michell, pela rede americana CNN, um porta-voz da Nasa afirmou que "a Nasa não acompanha discos voadores e não está envolvida em qualquer tipo de encobrimento sobre vida extraterrestre neste planeta ou em qualquer outro lugar."

Stephen Bassett, chefe da Paradigm Research Group (PRG), que sediou a X-Conference este ano, disse à CNN que "há um terceiro trilho (na política americana), que é a questão dos extraterrestres."

sexta-feira, 13 de novembro de 2009

A causa de morte das múmias de Salta


“Em 1999, o arqueólogo norte-americano Johan Reinhard, acompanhado por colegas argentinos e peruanos, descobriu um lugar sagrado a mais de 1,5 metro de profundidade no monte Llullaillaco, um vulcão de 6.739 m de altura, perto da fronteira da Argentina com o Chile. Sob o gelo e as rochas havia três crianças incas, todas em perfeito estado de conservação: uma menina de 6 anos que chamaram de A Menina do Raio, pois após sua morte, um raio
atingiu o corpo, um menino de 7(chamado de O Menino) e uma adolescente de 15, que eles apelidaram de a Donzela.”

O estado de preservação dos corpos é tão grande que a Donzela parece apenas dormir podendo acordar a qualquer momento. Estudos descobriram que as crianças foram sacrificadas e ofertadas ao Deus sol. Com o ritual, conhecido como capacocha, os incas tinham o domínio sobre a região do estado de Cuzco. Acredita-se que as crianças saíram de Cuzco e caminharam centenas de quilômetros até o vulcão. Cientistas também afirmam que, provavelmente, houve o consumo da folha de coca e da bebida “chicha” – uma bebida alcoólica feita de milho – as folhas de coca seriam para ajudar na escalada da montanha e a bebida (chicha) fazia parte do ritual.

Seus corpos congelados estão entre as múmias mais bem preservadas do mundo, com órgãos internos intactos, sangue ainda presente no coração e nos pulmões, pele e traços faciais quase imaculados.

Só crianças bonitas, saudáveis e fisicamente perfeitas eram escolhidas para o sacrifício. De acordo com as crenças incas, elas não morriam, mas se juntavam a seus ancestrais e viravam uma espécie de anjos da guarda de
suas vilas natais.

Os corpos eram tão parecidos com crianças dormindo que estudá-los "mais parecia rapto do que trabalho arqueológico", compara Miremont. A menina mais nova, com seis anos de idade, foi atingida por um relâmpago algum tempo depois de morrer, o que causou queimaduras em seu rosto, corpo e roupas. Ela e o menino, de sete anos, tinham crânios levemente alongados, "plástica" feita com panos amarrados à cabeça. É um sinal de status elevado, e talvez até de ligações com a realeza inca.

Testes de DNA revelaram que as crianças não tinham parentesco entre si.. A Donzela aparentemente sofria de sinusite e de um problema nos pulmões, provavelmente causado por uma infecção.

Estudos recentes, porém indicam um possível espancamento, devido a presença de sangue nas roupas d´O Menino.

A página do Museu de Arqueologia aonde estão expostas as múmias: http://www.maam.org.ar/?seccion=expoperm&seccion2=ninos

http://tvig.ig.com.br/178887/mumias-criancas-descobertas-na-argentina.htm

Fiji: Homem deixa misteriosas pegadas queimadas na grama

Num passeio de manhã até sua fazenda ele deixou pegadas que queimaram porções de grama da aldeia.

O fazendeiro Sikeli Nadiri, que mora em Daroko, fora de Savusavu, fica confuso quando tenta descobrir a causa de suas misteriosas pegadas marrons.

O incidente atraiu moradores do lugar até a sua casa para apalpar seus pés, tentando encontrar uma pista para o mistério.

Nadiri disse que aconteceu na semana passada, na quarta-feira, quando ele foi para a sua fazenda cuidar das vacas .

No terreno em que caminhou, foram vistas na manhã seguinte, pegadas queimadas de sua casa até a fazenda.

Na quinta-feira, os moradores estavam falando sobre as pegadas estranhas que ficaram marrons.

Ele foi informado da notícia quando os moradores observaram que as porções de grama queimada começavam na sua casa.

Nadiri seguiu as pegadas e disse aos aldeões que eram suas pegadas, mas não tinha ideia de como surgiram.

Na última semana, na terça-feira, a polícia o visitou, e a grama onde ele caminhou durante a entrevista também foi afetada.

No dia seguinte, Nadiri seguiu o caminho que fez durante a entrevista e percebeu o mesmo tipo de pegadas. A grama secou e ficou castanha. Ele disse que fez dois pares de pegadas em duas semanas distintas.

Ele afirma que não passou qualquer produto químico antes de caminhar para a sua fazenda e que se tivesse pisado em produtos químicos, seus pés teriam sido afetados, e acrescentou que não há tradição ou história relacionada com seus passos misteriosos.

Por mais estranho que possa parecer, o incidente não provocou qualquer receio ou problema na aldeia, e os moradores continuam a viver suas vidas, como de costume.

Tradução: Carlos de Castro

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O fenômeno da morte


O que acontece com o nosso Espírito quando morremos?
Continuamos com nossa individualidade, isto é, teremos os mesmos conhecimentos, qualidades e defeitos que tivemos em vida. A morte não nos livra das imperfeições. Seguiremos pensando da mesma forma. Nosso Espírito será atraído vibratoriamente para regiões astrais com que se afiniza moralmente. Se formos excessivamente apegados à vida material, ficaremos presos ao mundo terreno, acreditando que ainda estamos fazendo parte dele. Essa situação perdurará por certo tempo, até que ocorra naturalmente um descondicionamento psíquico. A partir desse ponto, o Espírito será conduzido às colônias espirituais, onde receberá instrução para mais tarde retornar à carne.

Todos os Espíritos podem se comunicar logo após sua morte?
Sim, pelo menos teoricamente, todos os Espíritos podem se comunicar após a morte do corpo físico. Porém, a Doutrina Espírita nos ensina que o Espírito sofre uma espécie de perturbação (que nada tem ver com desequilíbrio) que pode demorar de horas até anos, dependendo do tipo de vida que tenha tido na Terra e do gênero de sua morte. Os Espíritos que são desprendidos da matéria desde a vida terrena, tomam consciência de que estão fazendo parte da vida espírita bem cedo, porém aqueles que viveram preocupados apenas com seu lado material permanecem no estado de ignorância por longo tempo. Dado o pouco adiantamento espiritual dos habitantes do planeta, pode-se concluir que as mensagens mediúnicas creditadas a pessoas famosas que desencarnam precocemente, não merecem credibilidade.

O que acontece com os recém-nascidos que logo morrem?
E por que isto acontece?O Espírito de criança morta em tenra idade recomeça outra existência normalmente. O desencarne de recém-nascidos, freqüentemente, trata-se de prova para os pais, pois o Espírito não tem consciência do que ocorre. A maioria dessas mortes, entretanto, é por conta da imperfeição da matéria.
Se uma criança desencarna de acidente na idade de 11 anos, ela é socorrida pelos Espíritos na mesma hora?
Os desencarnes súbitos, de uma forma geral, são muito traumáticos para o Espírito. Allan Kardec diz que no processo de desencarne, todos sofrem uma espécie de "perturbação espiritual", que pode variar de algumas horas a anos, dependendo da evolução de cada um. Nos desencarnes convencionais geralmente os Espíritos permanecem sem consciência do que lhe aconteceu por um certo tempo e, se têm merecimento, são recolhidos às colônias socorristas existentes próximas da crosta terrena. Ali são devidamente atendidos. Nos casos de desencarne de crianças, suspeita-se que sejam atendidas de imediato pela Espiritualidade, em função de estarem num estado psíquico especial, próprio da infância. Não estando de posse de todas as suas faculdades, não seria lógico admitir que ficassem em estado de sofrimento por causa dos atos da vida. Claro, a responsabilidade aumenta na medida em que a maturidade avança, criando condições para o Espírito ficar em estado de sofrimento por um tempo mais longo, se for necessário. Não há uma idade definida, que marque o início da fase adulta, assim como não há um ponto definido que separe o dia da noite. Em determinado período se confundem, mas acabam se definindo a seguir. De uma maneira geral, pode-se concluir que todos os Espíritos que desencarnam em fase infantil são imediatamente atendidos pela Espiritualidade.

Porque pessoas jovens, boas, desencarnam prematuramente, enquanto há pessoas más que vivem por muitos anos?
Se olharmos as coisas dentro da ótica materialista, certamente não encontraremos resposta para esta delicada questão. Se, no entanto, partirmos do princípio que somos seres imortais e que estamos em uma escalada evolutiva em direção à perfeição, compreenderemos com facilidade que a vida terrena é apenas parte desse processo. A verdadeira vida é a espiritual e quando encarnados cumpre-se as etapas necessárias ao aprimoramento do Espírito imortal. As diferenças existentes entre as pessoas são as várias etapas em que o Espírito se encontra em termos de evolução. O viver muitos anos, portanto, é muito relativo. A vida terrena é a escola que a criatura precisa para se aprimorar e o tempo que deve demorar aqui depende de sua necessidade. Os Espíritos bons, geralmente necessitam mesmo de menos tempo.

Uma criança, quando desencarna, seu Espírito terá a mesma idade que ela tinha, quando era encarnada?
Sim, dependendo no entanto de sua maturidade espiritual. O Espírito, quando desencarna, permanece com os mesmos condicionamentos mentais que tinha na Terra, até que se conscientize de sua real situação. Permanecerá em estado de criança ou de adolescente, por um determinado tempo, dependendo de sua evolução, ou seja, de seu grau de entendimento, até que adquira plena consciência de sua condição e de suas necessidades. Isso, geralmente acontece com Espíritos que ainda estão em situação de pouca evolução espiritual. Por isso, nas colônias socorristas próximas à crosta terrestre, encontram-se Espíritos em condição de crianças e adolescentes. Deve-se saber, entretanto, que esta situação perdura apenas por um determinado período.

Quando uma pessoa morre de morte acidental, por exemplo por afogamento, e ainda é muito jovem (18 anos) como fica o seu Espírito?
Todas as pessoas, ao desencarnarem, passam por um período mais ou menos longo de perturbação espiritual, podendo durar de algumas horas a anos, dependendo de seu grau evolutivo. Quando o Espírito é muito jovem, e certamente experimenta uma vida de muita atividade, pode permanecer sem entender sua situação por um tempo, como pode ser logo socorrido pelos Espíritos amigos que trabalham nessa área. Isso vai depender do seu merecimento. Se permanecer revoltado por ter retornado cedo, criará para si um ambiente vibratório ruim, que o levará a experimentar grandes dores morais nas zonas de sofrimento.

Os Espíritos ao desencarnarem conservariam intacta suas auras externas ?
Seriam ainda emanações de seu perispírito?
Aura é um termo utilizado no meio espírita, originada do esoterismo, e se refere à atmosfera fluídica criada em torno da pessoa pelas emanações energéticas do seu corpo espiritual. Allan Kardec não deu atenção a isso na Codificação, por se tratar de assunto de pouca importância para a compreensão da ciência dos fluidos. A "aura" nada mais é do que um efeito, causado pela irradiação íntima do Espírito. Não, a "aura" não é uma emanação do perispírito que, por si mesmo, nada é, a não ser uma massa fluídica estruturada pelo Espírito com sua projeção interior, para se manifestar no mundo exterior.

Quando desencarnamos, sendo levados para as colônias socorristas, teria como nossos entes queridos ficarem sabendo em qual delas nos encontramos?
Se forem entes desencarnados, isso dependerá da afinidade espiritual existente entre o nosso Espírito e os deles. Também se deverá levar em conta a condição evolutiva de cada um. Se são pessoas muito diferentes em moralidade, certamente irão para lugares distintos. Os mais atrasados podem desconhecer onde estão os mais adiantados. Os que nos precederam, dependendo de suas condições espirituais, poderão nos amparar no momento do desencarne e, evidentemente, saber para onde vamos.Se a informação refere-se aos entes que ficaram no mundo material, eles poderão saber as condições do Espírito desencarnado, ou o lugar onde se encontra, evocando-o numa sessão prática de Espiritismo feita por grupos sérios.

O que acontece ao nosso anjo da guarda quando desencarnamos?
O anjo de guarda é um Espírito protetor de uma ordem elevada que Deus, por sua imensa bondade, coloca ao nosso lado, para nos proteger, nos aconselhar e nos sustentar nas lutas da vida. Cumprem uma missão que pode ser prazerosa para uns e penosa para outros, quando seus protegidos não os ouvem seus conselhos.Quando desencarnamos, ele também nos ampara e freqüentemente o reconhecemos, pois, na verdade, o conhecemos antes de mergulhar na carne. Claro que tudo depende da condição evolutiva da pessoa em questão. O anjo da guarda poderá também nos guiar em outras experiências, por muitos e muitos tempos.

Todos os Espíritos sem exceção, mesmo os sofredores, podem conhecer a intimidade dos nossos pensamentos?
Para os Espíritos nada há que seja escondido. O pensamento é a forma de comunicação no plano invisível. Quando se emite um pensamento, ele impregna o ambiente e logicamente os que estão na dimensão espiritual o captam com facilidade. Quanto a conhecer na intimidade o que vai na alma de cada um, depende do estado mais ou menos lúcido do desencarnado em questão e ainda de suas condições morais. Como regra geral, pode-se afirmar que uma natureza má simpatiza com uma natureza má que lhe conhece a intimidade. Assim também é com os bons Espíritos. Os Espíritos sofredores podem estar passando por um período de perturbação (mais ou menos longo, conforme o caso) e não se encontrarem em condições de sondar a intimidade daqueles com quem tinham relações. Porém, não deixam de sofrer as influências vibratórias das coisas boas ou ruins que forem feitas por essas pessoas.

É possível, mesmo a pessoas menos esclarecidas, a comunicação com entes desencarnados a que foram intimamente ligados na Terra, e dos quais sentem muitas saudades?
Sim é possível, pois o intercâmbio entre os dois mundos é muito fácil e comum. Mas deve-se ter muito cuidado com as comunicações ditas de parentes desencarnados, pois como se sabe, embora a mediunidade seja um fator ligado à potencialidade orgânica, o uso que se faz dela depende da moral do médium. Muitas vezes não há como identificar se aquela comunicação é autêntica, principalmente se é dada por médiuns sem preparo para a tarefa. Freqüentemente ligam-se a esses, Espíritos enganadores que se comprazem em brincar com a dor alheia, ou então que querem estimular o ego do médium, emprestando a este uma importância que não tem.

Grupo Espírita Bezerra de Menezes

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Defunto explode durante cremação

O corpo de Wang Diange da provincia chinesa de "inner Mongolia", foi encontrado em uma casa, depois que vizinhos ouviram um explosão. Ao chegar na casa em questão os vizinhos notaram que metade do telhado foi destruido e como o dia estava chuvoso, com muitos trovões, concluiram que wang foi vitimado por um Raio que caiu na sua casa.

Policias que atederam o chamado chegaram a mesma conclusão que um raio teria atingido a casa e matado Wang.

Apos o funeral quando o corpo de Wang começou a ser cremado, uma grande explosão aconteceu. A explosão foi tão violenta que arrancou as portas do forno de cremação.

Apos o fogo apagado, a unica pista sobre o que poderia ter causado a explosão era uma pequena peça de metal retorcido, que parecia ser os restos de um Parafuso.

A Principio metalurgicos locias nao conseguiram determinar o que era o pedaco de metal, no entanto notaram que o mesmo tinha um "serial Number" militar.

Apos algumas investigacões concluiram que o pedaço de metal, era parte de um foguete.

Inestigacões posteriores revelaram que a chuva no dia da morte de wang, nao era um evento natural mais sim um evento produzido pelo homem.

A autoridade local de metereologia estava nesse dia lancando varios foguetes contendo "silver iodide" para quebrar o granizo que estava nas nunves, dessa forma protegendo as Plantacõess de Tabaco do local.

As investigacões concluiram que um desses foguetes falhou e nao explodiu na atmosfera, no entanto ele voltou para terra acertando Wang onde o foguete se alojou em seu corpo.

O foguete nao foi notado no corpo de wang, por que seus ferimentos eram extensos.

Como Resultado 3 anos depois de sua morte, a Familia de Wang recebeu 80,000 yuan.

sábado, 31 de outubro de 2009

Comunicação com os mortos

A comunicação com a supra-realidade é uma busca que remonta desde as civilizações da antigüidade. A comunicação com os mortos, também chamada necromancia, iniciou-se na antigüidade grega em cavernas onde existiriam fantasmas dos mortos e onde e pitonisa, recebe espíritos de ancestrais. No norte da África também havia feiticeiros mediúnicos. Na bíblia a consulta aos mortos aparece no antigo testamento efetuada pelo rei Saul ao morto profeta Samuel através da pitonisa de Endor. Será que a bíblia é espírita?

No século passado ocorre a sistematização do espiritismo por Allan Kardec com a mentalidade da época, racionalista e positivista. A primeira contradição espírita é a revelação reencarnacionista das sessões francesas em total oposição às sessões inglesas, que em nada acreditavam em reencarnação.

O espírita Davis contradiz o espírita Kardec. O espírito de um morto no "espiritismo católico" pede uma missa e rezas, mas no mundo espírita e ocultista pedem rezas com sessões mediúnicas. É contra-senso dos espíritos.

Allan Kardec no "Livro dos Médiuns" admite que as comunicações com os mortos dependem do médium, portanto, do vivo e revela a mentalidade da época já dando mostras do valor do dotado vivo. Em "A Gênese" de Kardec em 1868 observamos muitos erros de astronomia que dependiam dos conhecimentos da época e não dos grandes cientistas do além. Daniel Dunglas Home falando de Kardec: as revelações espíritas são as idéias de Kardec impostas ao médium e por ele corrigidas, de acordo com o conhecimento da época. Flamarion diz que as revelações da genêse dos cosmos eram reflexos do que sabia na época sobre o cosmos; são revelações do que o vivo sabe e não coisas novas do além. Nenhum morto ligado à medicina revelou a cura do câncer, esquizofrenia e AIDS. A descoberta vem dos vivos.

É manifestação do morto ou um fenômeno que lembra o morto ou semelhante a ele. Nas pinturas da Gaspareto, psicopictografia , os quadros lembram o pintor morto famoso, mas na totalidade é do médium vivo. Nas psicografias de Chico Xavier as frases lembram algum literato, mas na essência são do vivo Chico Xavier. Segundo Kardec, no Evangelho segundo o Espiritismo o Espírito Santo é o espírito de mortos que revelou a reencarnação. Como o indivíduo apresentar várias personalidades ou individualidades é um absurdo, o princípio da mediunidade fica sem base alguma e não se sustenta. Os fatos espíritas de comunicação com o além como batidas inteligentes, fantasmas, falar línguas, telepatia, precognição já têm compreensão simples e objetiva pela parapsicologia, não necessitando de explicações fora desta realidade. Experiência como frase-controle ou experiência do envelope foram realizadas com moribundos das duas grandes guerras. Os moribundo morria com uma senha e depois os parapsicólogos procuravam esta senha com os grandes médiuns. Nenhuma senha foi descoberta.

Parapsicólogos europeus inventaram um morto que jamais existiu e os médiuns revelavam a identidade e sua vida, o que era absurdo, mostrando o erro dos médiuns. Os médiuns descobriram alguém que nunca existiu.

Em relação a Deus podemos dizer que ele se comunica pelos seus raros milagres, que são fatos concretos e observáveis. É possível também que ocorra pelo diálogo sobre a verdade transconsciente dos homens.

Conclusão: Teoricamente a mediunidade é grande ilusão. Na análise qualitativa dos casos de mediunidade o que desvelamos são fenômenos inconscientes e parapsicológicos de nossa realidade e com pessoas vivas como é o caso do profeta Samuel que nada atuou e sim a pitonisa, que é uma sensitiva que captou por hiperestesia indireta do pensamento do rei Saul. Nos testes empíricos da senha-controle e pessoa impossível não houve mediunidade. A mediunidade portanto, é uma grande ilusão.

Victor Eugênio Arfinengo
Grupo de Estudos do CLAP

O que é a catalepsia?

É um distúrbio que impede o doente de se movimentar, apesar de continuarem funcionando os sentidos e as funções vitais (só um pouco desaceleradas). A pessoa fica parecendo uma estátua de cera. Se ela estiver sentada e alguém posicionar seu braço para cima, ela permanecerá assim enquanto durar o surto, afirma o neurocientista Ivan Izquierdo, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). O ataque cataléptico pode durar de minutos a alguns dias e o que mais aflige quem sofre da doença é ver e ouvir tudo o que acontece em volta, sem poder reagir fisicamente. As causas, porém, ainda são um mistério, apesar de não faltarem hipóteses e especulações. A origem do problema pode ser tanto externa como um traumatismo craniano , quanto congênita má formação em alguma região cerebral, diz o neurologista Vanderlei Cerqueira Lima, do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

Já o psiquiatra Marcio Versiani, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), afirma que se trata de uma manifestação de esquizofrenia ou histeria, no segundo caso geralmente ligada a choques emocionais. Além disso, ocorre em pacientes com distúrbios do sono e pode, ainda, ser um tipo de manifestação de epilepsia, em que a pessoa fica imóvel em vez de ter convulsões. Todo mundo já ouviu lendas tenebrosas sobre pessoas que teriam sido dadas como mortas e enterradas vivas durante um surto de catalepsia, mas isso é altamente improvável. Se, de fato, ocorreu algo parecido, só pode ter sido em um passado muito remoto. Hoje em dia existem exames e equipamentos que confirmam o óbito sem margem de dúvida, diz Vanderlei.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

A agonia de Jesus

Relato de um médico francês Dr.Barbet , professor-cirurgião, sobre a agonia de Jesus Cristo , reconstituindo as dores sofridas por Ele, em nosso lugar .

"Sou um cirurgião, e dou aulas há algum tempo. Por treze anos vivi em companhia de cadáveres e durante a minha carreira estudei anatomia a fundo. Posso portanto escrever sem presunção a respeito de morte, como a de Jesus.

"Jesus entrou em agonia no Getsemani e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra". O único evangelista que relata o fato é um médico, Lucas. E o faz com a precisão de um clínico. O suar sangue, ou "hematidrose", é um fenômeno raríssimo. É produzido em condições excepcionais: para provocá-lo é necessário uma fraqueza física, acompanhada de um abatimento moral violento causado por uma profunda emoção, por um grande medo. O terror, o susto, a angústia terrível de sentir-se carregando todos os pecados dos homens devem ter esmagado Jesus. Tal tensão extrema produz o rompimento das finíssimas veias capilares que estão sob as glândulas sudoríparas, o sangue se mistura ao suor e se concentra sobre a pele, e então escorre por todo o corpo até a terra.

Conhecemos a farsa do processo preparado pelo Sinédrio hebraico, o envio de Jesus a Pilatos e o desempate entre o procurador romano e Herodes.

Pilatos cede, e então ordena a flagelação de Jesus. Os soldados despojam Jesus e o prendem pelo pulso a uma coluna do pátio. A flagelação se efetua com tiras de couro múltiplas sobre as quais são fixadas bolinhas de chumbo e de pequenos ossos. Os carrascos devem ter sido dois, um de cada lado, e de diferente estatura. Golpeiam com chibatadas a pele, já alterada por milhões de microscópicas hemorragias do suor de sangue. A pele se dilacera e se rompe; o sangue espirra. A cada golpe Jesus reage em um sobressalto de dor. As forças se esvaem; um suor frio lhe impregna a fronte, a cabeça gira e vem uma vertigem de náuseas, calafrios lhe correm ao longo das costas. Se não estivesse preso no alto, pelos pulsos, cairia em uma poça de sangue.

Depois do escárnio da coroação. Com longos espinhos, mais duros que os de acácia, os algozes entrelaçam uma espécie de capacete e o aplicam sobre a cabeça. Os espinhos penetram no couro cabeludo fazendo-o sangrar (os cirurgiões sabem o quanto sangra o couro cabeludo ).

Pilatos, depois de ter mostrado aquele homem dilacerado à multidão feroz, o entrega para ser crucificado. Colocam sobre os ombros de Jesus o grande braço horizontal da cruz; pesa uns cinqüenta quilos. A estaca vertical já está plantada sobre o Calvário. Jesus caminha com os pés descalços pelas ruas de terreno irregular, cheias de pedregulhos. Os soldados o puxam com as cordas. O percurso, é de cerca de 600 metros. Jesus, fatigado, arrasta um pé após o outro, freqüentemente cai sobre os joelhos. E os ombros de Jesus estão cobertos de chagas. Quando Ele cai por terra, a viga lhe escapa, escorrega, e lhe esfola o dorso. Sobre o Calvário tem início a crucificação. Os carrascos despojam o condenado, mas a sua túnica está colada nas chagas e tirá-la produz dor atroz. Quem já tirou uma atadura de gaze de uma grande ferida percebe do que se trata. Cada fio de tecido adere à carne viva; ao levarem a túnica, se laceram as terminações nervosas postas em descoberto pelas chagas. Os carrascos dão um puxão violento. Há um risco de toda aquela dor provocar uma síncope, mas ainda não é o fim.

O sangue começa a escorrer. Jesus é deitado de costas, as suas chagas se incrustam de pedregulhos. Depositam-no sobre o braço horizontal da cruz. Os algozes tomam as medidas. Com uma broca é feito um furo na madeira para facilitar a penetração dos pregos. Os carrascos pegam um prego (um longo prego pontudo e quadrado), apóiam-no sobre o pulso de Jesus, com um golpe certeiro de martelo o plantam e o rebatem sobre a madeira. Jesus deve ter contraído o rosto assustadoramente. O nervo mediano foi lesado. Pode-se imaginar aquilo que Jesus deve ter provado; uma dor lancinante, agudíssima, que se difundiu pelos dedos, e espalhou-se pelos ombros, atingindo o cérebro. A dor mais insuportável que o homem pode provar, ou seja, aquela produzida pela lesão dos grandes troncos nervosos: provoca uma síncope e faz perder a consciência. Em Jesus não. O nervo é destruído só em parte: a lesão do tronco nervoso permanece em contato com o prego, quando o corpo é suspenso na cruz, o nervo esticará fortemente como uma corda de violino esticada sobre a cravelha. A cada solavanco, a cada movimento, vibrará despertando dores dilacerantes. Um suplício que durará três horas.

O carrasco e seu ajudante empunham a extremidade da trava; elevam Jesus, colocando-o primeiro sentado e depois em pé; conseqüentemente fazendo-o tombar para trás, o encostam na estaca vertical. Os ombros da vítima esfregam dolorosamente sobre a madeira áspera. As pontas cortantes da grande coroa de espinhos penetram o crânio. A cabeça de Jesus inclina-se para frente, uma vez que o diâmetro da coroa o impede de apoiar-se na madeira.

Cada vez que o mártir levanta a cabeça, recomeçam pontadas agudas de dor. Pregam-lhe os pés. Ao meio-dia Jesus tem sede. Não bebeu desde a tarde anterior. Seu corpo é uma máscara de sangue. A boca está semi-aberta e o lábio inferior começa a pender. A garganta, seca, lhe queima, mas ele não pode engolir. Tem sede. Um soldado lhe estende sobre a ponta de uma vara, uma esponja embebida em bebida ácida, em uso entre os militares. Tudo aquilo é uma tortura atroz. Um estranho fenômeno se produz no corpo de Jesus. Os músculos dos braços se enriquecem em uma contração que vai se acentuando: os deltóides, os bíceps esticados e levantados, os dedos, se curvam. É como acontece a alguém ferido de tétano. A isto que os médicos chamam titânia, quando os sintomas se generalizam: os músculos do abdômen se enrijecem em ondas imóveis, em seguida aqueles entre as costelas, os do pescoço, e os respiratórios. A respiração se faz, pouco a pouco mais curta. O ar entra com um sibilo, mas não consegue mais sair. Jesus respira com o ápice dos pulmões. Tem sede de ar: como um asmático em plena crise, seu rosto pálido pouco a pouco se torna vermelho, depois se transforma num violeta purpúreo e enfim em cianítico.

Jesus é envolvido pela asfixia. Os pulmões cheios de ar não podem esvaziar-se. A fronte está impregnada de suor, os olhos saem fora de órbita. Mas o que acontece? Lentamente com um esforço sobre-humano, Jesus toma um ponto de apoio sobre o prego dos pés. Esforça-se a pequenos golpes, se eleva aliviando a tração dos braços. Os músculos do tórax se distendem. A respiração torna-se mais ampla e profunda, os pulmões se esvaziam e o rosto recupera a palidez inicial.

Por que este esforço? Porque Jesus quer falar: "Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem".

Logo em seguida o corpo começa afrouxar-se de novo, e a asfixia recomeça.

Foram transmitidas sete frases pronunciadas por Ele na cruz: cada vez que falou, elevou-se, tendo como apoio o prego dos pés. Inimaginável!

Atraídas pelo sangue que ainda escorre e pelo coagulado, enxames de moscas zunem ao redor do seu corpo, mas Ele não pode enxotá-las.

Pouco depois o céu escurece, o sol se esconde: de repente a temperatura diminui. Logo serão três da tarde, depois de uma tortura que dura três horas. Todas as suas dores, a sede, as cãibras, a asfixia, o latejar dos nervos medianos, lhe arrancam um lamento: "Meu Deus, Meu Deus, porque me abandonastes?". Jesus grita: "Tudo está consumado !". Em seguida num grande brado diz: "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito". E morre.

E morre, no meu lugar e no seu. Não façamos dessa morte, que trouxe nova vida a todos nós, uma morte sem nexo. Está em você, dentro de você o espírito de Jesus.

Ame-o e glorifique-o todos os dias da sua vida.

Colaboração de: Renato Ruy

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Fenômenos em Animais ?

Os animais domésticos participam de muitas das associações sensíveis habituais do homem e frequentemente estão ligados ao grupo familiar por um forte afeto, não somente na direção animal-homem, mas em ambas.
Dermografia em animais

Detectamos também a dermografia em animais e especificamente como reação emocional.

O "Institut Métapsychique International" de Paris registra o caso, documentado com fotos, de uma gata que, na metade da gestação, estava peraseguindo um rato que se escondera atrás de um saco de farinha. A gata ia pular naquela direção, mas a dona da casa colocou então um outro saco para que o primeiro não fosse danificado palas garras do animal. Este, apesar de tudo, não desistiu da caça e durante horas permaneceu agachado sobre uma cadeira próxima com os olhos fixos no saco vazio.

Algum tempo depois, a gata pariu e dois dos filhotes nasceram com umas manchas grisáceas sobre o fundo, mais claro do peito. As manchas formavam algarismos nítidos formando o número 1921 e, por cima do número, três pequenas manchas. No saco vazio encontrava-se a mesma cifra e, por cima, três estrelas.

É de destacar que tal efeito dermográfico em animais, sempre provocado emocionalmente, é conhecido desde épocas remotíssimas como se pode conferir na seguinte passagem do Pentateuco (Genesis 30, 37-39):

37 Então tomou Jacó varas verdes de estoraque, de amendoeira e de plátano e, descascando nelas riscas brancas, descobriu o branco que nelas havia;

38 e as varas que descascara pôs em frente dos rebanhos, nos cochos, isto é, nos bebedouros, onde os rebanhos bebiam; e conceberam quando vinham beber.

39 Os rebanhos concebiam diante das varas, e as ovelhas davam crias listradas, salpicadas e malhadas.

Sem endossar a historicidade do relato, com certeza um tanto exagerado, tendo em conta o estilo literário, próprio do lugar e da época, o que nos interessa é o testemunho de que, já na época de Jacó era conhecido este curioso efeito dermográfico, causado emocionalmente, em animais.

Não existe dúvida alguma acerca da extraordinária hipersensibilidade (extraordinária conforme o padrão humano), hiperestesia da qual desfrutam quase todos os animais.

É bem conhecido o caso dos célebres cavalos de Elberfeld que "realizavam operações matemáticas": falava-se uma pergunta e eles respondiam dando patadas no chão, tantas quantas o número correspondente à solução do problema. O maravilhoso "talento" dos cavalos não passava de uma captação sensorial de sinais imperceptíveis, às vezes involuntários, de seus donos, como demonstrou, por exemplo, uma comissão de investigadores nomeada pelo Ministério de educação e presidida pelo Dr. C. Stumpf, Diretor do Instituto de Psicologia da Universidade de Berlim.

Também foram realizadas experiências nas quais conseguiu ser obedecido pelos cavalos através de "ordens mentais", evidentemente acompanhadas de sinais imperceptíveis e inconscientes. ( O corpo reflete o pensamento)

Os cavalos não são os únicos animais utilizados em tais tipos de experiências. Cachorros, chimpanzés, gatos e pássaros, também foram muito empregados, com resultados igualmente satisfatórios.

Um caso ilustrativo é o da cadela Peg, de Chiari, Itália. O animal respondia às perguntas com a utilização de cartões com letras ou números. Numa oportunidade, ao ser perguntada sobre que presente gostaria de receber, a "generosa" cadela respondeu: "agradeceria se o presente fosse para Inês". Não é preciso dizer que a cadela foi levada a buscar os cartões, não por aquele que fazia as perguntas, mas por sua patroa, Inês, com a qual estava acostumada a captar os sinais.

(Frisamos para não deixar dúvidas: O animal não faz conta alguma e também não responde a nenhuma pergunta. Com muito treino, aliado à sua hipersensibilidade, ele vê sinais corporais de seus donos e treinadores ( e estes podem transmitir estes sinais inconscientemente, apenas pensando nas respostas) e faz o que foi treinado para fazer. Tira-se o dono ou o treinador de perto dos animais e o Show acaba.)

Animais sismólogos

São igualmente muito frequentes, em animais, os casos de captação hiperestésica (grande sensibilidade dos sentidos) de terremotos, temporais, etc.

Entre outros muitos casos recolhidos pelo Prof. Hans Bender, da Universidade de Friburgo, está o do gato Peter, de Berlim, que durante um dos primeiros bombardeiros de Berlim durante a Segunda Guerra Mundial foi ferido por um estilhaço de vidro de uma janela. Desde então, quando se aproximava um bombardeio, o gato manifestava o alarme com vinte minutos de antecedência com relação às sirenes da defesa civil.

Existem casos semelhantes em todas as épocas. Poderíamos citar por exemplo, o caso da cidade de Antigua, primeira capital da Guatemala, que foi destruída por um terremoto no dia 29 de julho de 1773. Foi devido a tal catástrofe que a nova cidade foi reconstruída onde hoje existe a atual cidade de Guatemala.

Horas antes do sismo, os animais abandonaram a cidade em debandada e aqueles que se encontravam presos, romperam as correntes e fugiram sangrando.

Na mesma região, exatamente a 18 Km da atual Guatemala, é o recente testemunho do terremoto de fevereiro de 1976: segundo notícias da Agência EFE, na Cidade de México, os habitantes foram alertados pouco antes que a terra começasse a tremer pelos "cantos das aves de curral, pelos uivos dos cachorros, o mugir das vacas e o relinchar dos cavalos".

Cientistas japoneses verificaram que o peixe-gato, parasilurus axotus normalmente imutável, agita-se violentamente no aquário poucas horas antes de um terremoto.

No parque da cidade de Friburgo existe um monumento em homenagem a um pato que no dia 27 de novembro de 1944,meia hora antes de um terrível bombardeio, grasnou tão espetacularmente que as pessoas das imediações procuraram imediatamente os abrigos anti-aéreos, salvando-se assim. O pato morreu durante o bombardeio.

É muito conhecida a hiperestesia desse tipo de animais. Algumas pessoas utilizam gansos para substituir os cachorros para guardar a casa. O ganso, como também o pato, possui a vantagem sobre o cachorro de se adiantar na hora da aproximação de estranhos; e é preferido ao pato por ser mais corpulento e mais feroz, lançando-se sobre o desconhecido com asas abertas e grasnando.

Tais animais que "pressentem" terremotos não são exemplos de um "dom profético" ou dotados de faculdades extra-sensoriaias visto que os animais não possuem tal faculdade, e sim, é uma captação direta do sismo por parte do animal. Tenha-se em conta que os terremotos costumam "pré-avisar" na base de um brusco aumento do campo magnético na área no qual vão se registrar e frequentemente a terra cede ligeiramente.

China foi o primeiro país a estabelecer um completo sistema de previsão de terremotos.

Numa das cidades mais atingidas por um terremoto, Tientsin, na China ,em 27 de julho de 1976, foram feitos estudos com animais do zoológico. Os sismólogos comprovaram que, pouco antes de um terremoto, os cisnes saiam repentinamente da água, o tigre da manchúria ficava paralisado em sua jaula com os olhos vidrados e o iak tibetano sofria um colapso cardíaco.

Contudo a captação direta não é a única explicação, uma vez que em certas oportunidades, torna-se impossível admití-la:

O gato Mulle, pelo qual sua dona confessava ter e sentir grande carinho, dormia tranquilamente enquanto as bombas caiam sobre Berlim durante a Segunda Guerra Mundial. Quando as bombas iam cair muito próximas à casa na qual vivia, o animal, uns quinze minutos antes do alarme, começava a correr loucamente pela casa, dando mostras de grande intranquilidade. Por fim no dia 3 de fevereiro de 1945, após "avisar" com ode costume para que todos pusessem a salvo, Mulle morreu entre os escombros, uma vez que, se negou a seguir seus donos até os abrigos.

Porém, não é extra-sensorial e sim Captação de conhecimentos extrasensoriais do homem.

Dois dados importantes- Um deles é a regularidade. O animal acertava sempre: quando permanecia tranquilo, as bombas caiam longe da casa e, quando ficava agitado, caiam perto. Sabe-se que as faculdades parapsicológicas são, espontâneas e incontroláveis. Existem em nós mas não se manifestam, não se exteriorizam, frequentemente.

A dona da casa sabia parapsicologicamente, inconscientemente, o que sucederia. Tal conhecimento era tanto mais forte, "lutando" mais para passar ao consciente, quanto mais perigoso se apresentasse, ou seja, estivesse mais envolvido em emotividade. Pois bem, sabemos que os atos psíquicos, conscientes ou inconscientes, se exteriorizam através de reflexos fisiológicos. Portanto não seria difícil para o animal captar sensorialmente tal reflexo, acostumado como estava a conviver com sua dona, que além disso, confessava, estar emotivamente ligada ao gato Mulle.

Outro ponto que nos chama a atenção é o fato de o gato ter morrido no ataque. A própria dona diz: "Não consigo entender porque o instinto que o havia pressentir com tanto exatidão o perigo, não o tenha induzido a salvar-se conosco".

Acontece que o gato nunca "pressentiu" nada; limitava-se a sentir, captar (como é lógico, sem racionalizar) a inquietude que sua dona inconscientemente exteriorizava.

Muito importante nos animais chamados “domésticos” é o fator afetivo que faz com que as consequências de suas captações sensoriais sejam muito mais acentuadas. É conhecida a inanição voluntária que chega até a morte, em animais enjaulados ou em cachorros separados de seus donos.

Rosa Gaggero apresentou à Sociedade Protetora de Animais em Turim, um relatório acerca do cachorro Wamar. Seu proprietário, o Cap. Aviador Mario Galli, morreu em combate em 27 de julho de 1936 em Lekenti, Abissínia. O cachorro, que tinha ficado em Turim, começou, neste mesmo dia, a apresentar sinais de grande inquietude e, agitado, cheirava o ar com intensidade. Refugiou-se no quarto do seu dono, ao pé da cama, recusando comida e bebida. Morreu de inanição, apesar das (vãs) tentativas de um veterinário. O telegrama anunciando a morte de Galli à família chegou poucos dias depois.

Também Lord Carnavon possuia um cachorro tão ligado a ele, que sofria visivelmente quando ele se ausentava por algum tempo. No dia da morte de Lord Carnavon, estando este bem longe de seu cão, na mesma hora da morte...o cachorro começou a correr pelo palácio inglês. Uivava desesperadamente e, de repente caiu morto.

A explicação para os dois casos é idêntica: por mais emotivamente que os donos estivessem ligados a seus cachorros é impensável que não estivessem mais ligados a seus familiares; além disso, é impensável que os últimos pensamentos do moribundo fossem dirigidos aos cachorros e não aos familiares: houve processos de sugestão telepática (S.T.) dirigida aos familiares e foi destes que os cachorros perceberam em sinais corporais.

Transferência de doenças

Por certo que os feitiços de transferência de enfermidades são muito abundantes. Procurando uma base objetiva sobre a qual fundamentar tal superstição, ocorre-nos que poderia estar nas enfermidades contagiosas: bom número delas são comuns para o homem e para o animal. Pela mentalidade primitiva do feiticeiro, “não se pode dar e ao mesmo tempo reter uma coisa, consequentemente, se transmite sua própria enfermidade a um ser qualquer, esta o deixa”.

Os cortesãos de Jaime I, da Inglaterra, após batizar e vestir um porquinho, , pretendiam na base de encantamentos, transferir-lhe a enfermidade do soberano. O rei morreu. A história não se preocupou em relatar-nos nada acerca do posterior “estado de saúde” do porco.

Sugestão e veneno

As práticas são muito variadas. Vejamos a seguinte:

“Fazia-se uma bolinha de farinha embebida na urina do enfermo e era jogada fora com a esperança de que fosse comida por algum cachorro esfomeado. Se assim sucedesse, o animal ficaria doente e o paciente curado”. Não é preciso dizer que, para o doente que acreditasse em tal disparate, a sugestão estava garantida. Se o cachorro “vira-lata” ficasse doente ou não, é outro assunto, que não preocupava a ninguém investigar.

Esta crendice que envolve quase todas as “superstições mágicas” é antiquíssima. Anteriormente já nos referimos ao “tratamento” recomendado por Demócrito contra as picadas do escorpião: montar num asno e contar-lhe o acontecido, sussurrando ao seu ouvido. Os efeitos, pretendia-se, passavam por completo ao pobre animal.

Um missionário, o Pe. Trilles, presenciou uma cerimônia de “transferência terapêutica” realizada por um feiticeiro da tribo “fang”. Nela houve de tudo para provocar a sugestão do enfermo: cânticos, rezas, danças até o esgotamento, “passes magnéticos”, etc. Finalmente, o enfermo se acalma aos poucos, após suar em abundância, adormece calmamente, “enquanto o animalestremece, geme e cai por terra, e muitas vezes, morre agitado por estremecimentos convulsivos...Neste caso, geralmente usam um cabrito e mais frequentemente um cachorro de estimação do enfermo. Para impressionar favoravelmente ao enfermo (sugestão), o animal ou a árvore sacrificados podiam ser envenenados anteriormente com uma droga de efeito progressivo.

O caso é que a crença na possibilidade de “enfeitiçar” (para matar, fazer adoecer ou curar) aos animais, subsiste ainda em nossos dias. Inclusive, nos meios mais sofisticados é possível encontrar “relíquias” de tais idéias supersticiosas: na Inglaterra, os cavalos que puxam as carruagens mais aristocráticas levam certos adornos de couro, cuja finalidade primitiva era neutralizar o efeito dos “maus olhados”; até pouco tempo pensava-se que os animais eram suscetíveis de sofrer de “má vontade” por parte das pessoas que tivessem inveja dos donos.